Núcleo de Estudos Açorianos da UFSC
  • Exposição AÇORES Fotografias: Joi Cletison

    Publicado em 19/09/2017 às 9:09

     

     

    A exposição fotográfica ”Açores” é composta de 17 imagens ampliadas tamanho
    80X100cm estas imagens foram feitas em várias ilhas do arquipélago dos Açores,
    mostram arquitetura, festas populares, costumes tradicionais, e também as belezas
    naturais do arquipélago. Na exposição poderemos ver imagens das ilhas do Pico, São
    Jorge, Terceira, Graciosa, Faial, São Miguel e Corvo.
    A exposição foi montada para comemorar os 260 anos da chegada dos
    emigrantes açorianos para povoar o sul do Brasil, especificamente o Estado de Santa
    Catarina. Desta vez estaremos mostrando um pouco do Arquipélago dos Açores para os
    muitos descendentes de açorianos que residem no estado de Santa Catarina.
    São 17 fotografias coloridas no tamanho 80X100 cm, impressos em lona de
    autoria de Joi Cletison que atua como fotógrafo a mais de 25 anos, tem várias dezenas
    de exposições realizadas no Brasil e no exterior.
    A proposta da exposição é percorrer as diversas cidades do litoral do nosso
    estado que foram povoadas por emigrantes açorianos e ainda matem vários costumes e
    tradições que herdaram dos seus antepassados.

     

    Fotografias: Joi Cletison

    Fotografias: Joi Cletison

     

    Maiores Informações:
    CCEVen com Andrea(48) 3721.8717 ou via email joicletison@gmail.com

    SERVIÇOS:
    Local: Centro de Cultura e Eventos da UFSC – Praça de alimentação
    Período: 19 de setembro a 12 de novembro de 2017.
    Promoção: Universidade Federal de Santa Catarina
    Secretaria de Cultura da UFSC

    Realização: Departamento de Cultura e Eventos e NEA/UFSC
    Apoio Cultural: Governo dos Açores
    Texto de apresentação da exposição:
    A proposta desta exposição é viajarmos pelo Arquipélago dos Açores através da visão
    panorâmica e fotográfica de Joi Cletison. Usando o seu afinado e seleto olhar ele nos apresenta
    aspectos dos Açores e dos Açorianos, desde a paisagem, o cotidiano, a arquitetura, as tradições, a
    brincadeira com o touro, a religiosidade, o culto ao Divino Espírito Santo, em momentos cristalizados
    nestas fotografias.
    O Arquipélago dos Açores é formado por nove ilhas de formação vulcânica (Santa Maria, São
    Miguel, Terceira, Faial, Pico, São Jorge, Flores, Graciosa e Corvo) e está localizado no atlântico
    norte a uma distância aproximada de 1.600 km do continente europeu.
    Conhecendo um pouco das Ilhas Atlânticas, certamente que nos reconheceremos açorianos
    no nosso Litoral Catarinense e na nossa Ilha de Santa Catarina.

    Francisco do Vale Pereira
    Historiador/NEA/UFSC


  • Exposição “No tempo do Divino” é aberta no Núcleo de Estudos Açorianos da UFSC.

    Publicado em 19/07/2017 às 14:48

     

     

    Os personagens da tradição da Festa do Divino foram produzidos por alunos da Escola de Oleiros Joaquim Antonio de Medeiros, do município de São José.

     

    A exposição “No tempo do Divino” está aberta para visitação no hall de entrada do Núcleo de Estudos Açorianos da Universidade Federal de Santa Catarina. A exposição ficará à disposição dos visitantes de segunda a sexta feira das 09:00 as 12:00 e das 14:00 as 17:00 até o dia 18 de agosto.

    Com a orientação dos professores, os alunos produziram 25 peças de cerâmica em três meses. Todas foram feitas, secas e queimadas no forno. Entre as obras de arte estão à pajem e o personagem de peditório, que carregam a coroa e o esplendor; as quatro portas bandeiras; a pomba do Divino; o cortejo; o imperador e a imperatriz; a coroa, o cetro e o esplendor do Divino; a representação de um altar com bíblia e castiçais com velas.

    A exposição ganhou o nome “No tempo do Divino” por ter sido construída em três tempos: o passado, com o acervo fotográfico do Museu Histórico de São José das festas realizadas no município; o presente, que são os alunos produzindo as peças do cortejo; e o futuro, que é a celebração da Festa do Divino Espírito Santo, que estão acontecendo no estado de Santa Catarina de maio a setembro.

     

    Redação: Viviana Ramos – Ascom PMSJ

     

    Local: Núcleo de Estudos Açorianos- UFSC
    Tempo de exposição: 13/07 até 18/08

    Por: Joaquim Antonio Medeiros, Escola Oleiros.


  • PARA AS ONDAS DO MAR, TEU MAL SERÁ LEVADO: A FÉ E A TRADIÇÃO DAS BENZEDEIRAS EM FLORIANÓPOLIS Por Carol Gómez

    Publicado em 09/05/2017 às 16:22

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    “É na Barra da Lagoa, em um quartinho de paredes claras com cortina na pequena janela, que Dona Sueli, de 66 anos, faz a sua benzedura. Na mesinha que fica em um dos cantos, estão dispostas imagens de santos que a benzedeira ganhou de pessoas que a visitaram. Quem olha a mesa também vê uma pequena cruz de madeira e uma foto em preto e branco de Tia Benta, antiga benzedeira da Barra da Lagoa. Além da mesinha, estão dispostas três cadeiras, uma foto de Chico Xavier e um retrato de Jesus Cristo.  “.
    Parte da reportagem feita pela estudante de jornalismo da UFSC, Carol Gómez, sobre a tradição das rendeiras de Florianópolis.
    Publicação feita no jornal Maruim, pode ser acessada clicando aqui.


  • Livro: Colóquio NEA; 30 anos de história |Joi Cletison

    Publicado em 10/04/2017 às 16:26

    Sem título

     

     

    Para acessar ao livro digitalmente acesse o link: http://online.pubhtml5.com/opbz/jiqy/#p=1


  • ENCONTRO DE TERNO DE REIS

    Publicado em 22/12/2016 às 10:22

     

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    Seis de janeiro é uma data especial para os descendentes de açorianos, pois se comemora o Dia de Reis e, também, é a data da chegada dos primeiros emigrantes açorianos em Nossa Senhora do Desterro, no ano de 1748. Neste dia estaremos comemorando os 269 anos da chegada dos primeiros açorianos na Ilha de Santa Catarina.

    Na Península Ibérica a tradição do Reisado (Terno de Reis ou Folia de Reis) é muito forte nos dias de hoje. A tradição de comemorar e celebrar o Dia de Reis é uma herança que os portugueses trouxeram para o Brasil, uma manifestação religiosa e muito popular. Aqui no nosso Litoral Catarinense esta tradição de cantar aos reis, chegou com os açorianos no Século XVIII e esta muito presente em todo litoral catarinense de Norte a Sul.

    A proposta da Coroa Portuguesa de ocupar o Brasil Meridional começa por Nossa Senhora do Desterro, na Ilha de Santa Catarina. Os casais açorianos que embarcaram na Ilha Terceira, nos Açores no dia 31 de outubro de 1747, depois de quase 90 dias de viagem chegam a Ilha de Santa Catarina no dia seis de janeiro de 1748. Ainda permaneceram um tempo embarcados, em quarentena, no porto de Nossa Senhora do Desterro. E só desembarcam em terra firme no dia 22/02 e vão ser assentados no centro da cidade (Rua dos Ilhéus), logo depois foram enviados Santo Antônio de Lisboa, Lagoa da Conceição e no Ribeirão da Ilha. Nesta primeira leva de emigrantes, em torno de 350 pessoas chegaram a bordo da embarcação Jesus Maria José.

    Folia de Reis, Reisado, ou Festa de Santos Reis é uma manifestação cultural religiosa festiva e classificada como folclore e praticada pelos adeptos e simpatizantes do catolicismo, no intuito de rememorar a atitude dos Três Reis Magos — que partiram em uma jornada à procura do esconderijo do Prometido Messias (O Menino Jesus) para prestar-lhe homenagens e dar-lhe presentes. Fixado o nascimento de jesus a 25 de dezembro, adotou-se a data da visitação dos Três Reis Magos como sendo o dia seis de janeiro.

    Os festejos de Natal são comemorados por grupos que visitavam as casas, tocando músicas alegres em louvor aos “Santos Reis” e ao nascimento de Jesus; essas manifestações festivas estendiam-se até a data consagrada aos Três Reis Magos, 6 de janeiro. Trata-se de uma tradição vinda da Península Ibérica que ganhou força especialmente no século XIX e que se mantém viva em muitas regiões do País; em nosso estado concentra-se na costa litorânea, área de ocupação portuguesa.

    Cada grupo, chamado em alguns lugares de Folia de Reis, em outros Terno de Reis, é composto por músicos, tocando instrumentos, em sua maioria de confecção caseira e artesanal, como tambores, reco-reco, flauta e rabeca (espécie de violino rústico), além da tradicional viola caipira e do acordeão, também conhecida em certas regiões como sanfona ou gaita.

    Em termos musicais, os instrumentos usados nas cantorias são praticamente os mesmos podendo variar de um grupo para o outro. Outra característica importante é a presença de um mestre folião, que é aquele responsável pela criação dos versos, depois repetidos pelos foliões (coro), o qual há uma voz especial que dá o tomdiferenciado da cantoria: a Tripa (ou típe)que faz o famoso e estridente “ai” no fim dos versos, podendo haver dois ou mais. Por isto é chamado de Terno, são as três vozes da Cantoria.

    GRUPO DE TERNOS QUE CONFIRMARAM A PRESENÇA:

    Terno de Reis Amigos da Barra do Sul (Sul da Ilha de Santa Catarina/Florianópolis), o grupo também canta a Folia do Divino Espirito Santo, reúne-se todos os anos para percorrer a casas cantando o terno de Reis, Terno de Santo Amaro e terno de São Sebastião.

    Terno de Reis do “Seo” Lili da Rabeca, (Pântano do Sul, Florianópolis) um dos mais antigos foliões e repentistas dos Ternos de Reis e Cantador das Folias do Divino Espirito Santo de Florianópolis. Também reza as novenas para o Espirito Santo e Santa Cruz em Latim.

    Terno de Reis do Sambaqui (Bairro de Sambaqui em Florianópolis), terno que percorre as casas na véspera de Natal cantando o Terno de Natal e da mesma forma na véspera do dia de Reis percorre as residências cantando o Terno de Reis. É uma tradição no bairro, localidade que preserva muitas heranças culturais que os açorianos nos deixaram.

    Terno Reis do Oriente (cidade de Içara). Um grupo formado por uma mesma família que vem repassando esta tradição de pai para filho, todos os anos percorre as casas na véspera de Natal anunciando o nascimento de Jesus. No dia seis de janeiros, todos os anos, realizam uma grande missa de Reis na localidade de Balneário Rincão e após a missa saem em cantoria pelas casas da região.

    Serviços:

    ENCONTRO DE TERNO DE REIS

    Local: Catedral Metropolitana de Florianópolis

    Data: 06 de janeiro às 18h30

    Realização: Catedral Metropolitana de Florianópolis

    Núcleo de Estudos Açorianos da UFSC

    Informações: Padre David (99998.8232 ou 3224-3357)

    Joi (99982.8938)

     


  • A Universidade Federal de Santa Catarina sedia exposição fotográfica “A ROTA DO SOL POENTE” do fotógrafo Joi Cletison

    Publicado em 02/12/2016 às 14:39

     

    Foto convite exposição fotografias Joi CletisonExposição fotográfica coloca em evidência as belezas das freguesias de Sambaqui e Santo Antônio de Lisboa.

    A exposição fotográfica “Santo Antônio de Lisboa e Sambaqui: A Rota do Sol Poente”, de Joi Cletison, promovida pelo Núcleo de Estudos Açorianos e Secretaria de Cultura – UFSC, estará aberta ao público, a partir do dia 8/12/2016 e segue até o dia 11 de março de 2017, no Espaço Cultural do Núcleo de Estudos Açorianos da Universidade Federal de Santa Catarina.

    Morando no Sambaqui o fotógrafo Joi Cletison tem a felicidade de conviver todos os dias com imagens fantásticas que a natureza proporciona aos moradores e visitantes das freguesias de Sambaqui e Santo Antônio de Lisboa. Este cantinho de Florianópolis que tão bem preserva suas origens culturais é com certeza um dos mais belos da Ilha de Santa Catarina.

    Para retratar esta beleza Joi Cletison produziu a exposição “A Rota do Sol Poente” que apresenta imagens de por do sol, arquitetura, mar e das embarcações, mostrando um pouco da nostalgia destas comunidades de Florianópolis.

    Sobre o fotógrafo:

    Joi Cletison é historiador, ex-diretor do Núcleo de Estudos Açorianos (NEA) e do Projeto Fortalezas da Ilha de Santa Catarina, ambos da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e tem um amplo, belo e premiado trabalho no resgate da cultura de base açoriana no litoral de Santa Catarina, além de fotografias diversas sobre a cultura do estado e do mundo. Nesta exposição o fotógrafo retrata a costa do Sol Poente, entre os bairros de Santo Antônio de Lisboa e Sambaqui, em Florianópolis, Santa Catarina.

    Santo Antônio de Lisboa e Sambaqui A Rota do Sol Poente

     

    SERVIÇO:
    Exposição A Rota do Sol Poente
    Fotógrafo: Joi Cletison
    Período: 08/12/2016 a 11/03/2017
    Local: Espaço Cultural do Núcleo de Estudos Açorianos da UFSC
    Campus trindade – Florianópolis – SC – Brasil

    PROMOÇÃO
    Secretaria de Cultura da UFSC
    Núcleo de Estudos Açorianos da UFSC

    INFORMAÇÕES:

    Tel: 37218605

    E-mail: joicletison@gmail.com


  • Intercambio de Teatro Açores e Santa Catarina

    Publicado em 07/10/2016 às 9:22

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    Algumas instituições dos Açores e de Santa Catarina trazem ao nosso estado o Grupo de Teatro Mensagem, vindo da Ilha do Pico no Açores. O grupo vai fazer apresentações de teatro e de contação de histórias em Florianópolis, São Francisco do Sul e Bombinhas

    A peça que trazem é Derivados da Salsicha” do dramaturgo polaco Slwomir Mrozeck.

    TEATRO

    Derivados da Salsicha” é um espetáculo teatral apresentado pelo Grupo de Teatro Mensagem, da Ilha do Pico, e é baseado na obra do dramaturgo polaco Slwomir Mrozeck, mais focado no seu texto genial “Em Alto Mar” (1961). Duas mulheres e um homem numa jangada em alto mar tentam sobreviver.

    Cada um deles tem a capacidade de revelar a humanidade em todas as suas fragilidades, espelhando as maiores fraquezas da raça humana refletindo acerca da própria desumanização do Homem.

    Repleto de humor, encontramos uma alegoria ao Arquipélago dos Açores, e mais propriamente à identidade insular açoriana retratando o querer partir e ter de ficar na condição de ilhéu.

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    O GRUPO

    O Grupo de Teatro Mensagem nasceu em 2006 na Vila de São Roque do Pico, na Ilha do Pico (Açores em Portugal). Já conta com mais de 40 atuações em todo o arquipélago Açoriano e Portugal continental.

    Pela primeira vez chegam ao Brasil, através da Direção Regional das Comunidades, do Governo Regional dos Açores, trazendo mais mensagens de cultura açoriana nas vozes do elenco formado por: Ruben Ferreira, Tânia Gomes e Susana Moura.

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    CONTAÇÃO DE HISTORIAS

    A Contação de Histórias é direcionada para as crianças e baseada na obra “A Viagem do Baguinho Simão” que é uma história infantil escrita e imaginada por Susana Moura e ilustrada por Fábio Vieira.

    Este conto foi criado para falar e divulgar as paisagens das vinhas da Ilha do Pico. Hoje as Paisagens das vinhas da Ilha do Pico, nos Açores, são Patrimônio Mundial tombado pela UNESCO.

    A Viagem do Baguinho Simão é um conto infantil baseado nos  principais fenômenos geológicos da Ilha do Pico e da História dos Açores, que foram permitindo o surgimento desta paisagem natural e humana – única em todo o mundo: Paisagem da cultura do Vinho e da Vinha da Ilha do Pico.

    Segundo a autora, Susana Moura, “O nosso grande objetivo passava por criar um universo imaginário para a infância, mas que em simultâneo conseguisse apaixonar os leitores de todas as idades. Pretendíamos enaltecer o facto da grande parte desta paisagem ter sido feita pela mão humana e daí ter surgido uma fusão única entre o Povo Açoriano e a Paisagem vulcânica”.

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    PALESTRAS

    A palestra de Susana Moura é direcionada para o público adultos, onde paralelamente faça uma apresentação científica/narrativa da paisagem protegida da vinha e do vinho da Ilha do Pico. (Paisagem esta tombada como Patrimônio Mundial pela UNESCO, 2004) e também falará sobre a produção de vinho naquela Ilha.

    Em Florianópolis, a palestra será proferida para alunos do curso de Guia de Turismo do IFSC. Alem de falar da paisagem protegida das Vinhas abordará  também, os aspectos turísticos da Ilha do Pico. Já na Cidade de Bombinhas a fala será para o empresariado da hotelaria e gastronomia.

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    Susana Moura – autora do livro, contadora de história, professora de teatro e atriz, mora da Ilha do Pico nos Açores, na cidade de São Roque do Pico. Atua com projeto de contação de história e teatro em escola e divulgando a Ilha do Pico. 

    SERVIÇOS DA PROGRAMAÇÃO EM FLORIANÓPOLIS

    TEATRO

    Espetáculo: -“Derivados da Salsicha” de Slwomir Mrozeck

    Local: Teatro da UFSC

    Data: 15/10/2016 às 20:30 horas

    Entrada Gratuita

    CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS

    A Viagem do Baguinho Simão
    Locais:
    Projeto Assistencial da SEEDE (Monte Verde) Núcleo de Desenvolvimento Infantil da UFSC, Colégio Herondina (Ingleses) e Colégio de Aplicação da UFSC.

    Data:13. 14 e 17/10/2016

    PALESTRAS

    Local: IFSC – Florianópolis

    Data: 14/10 às 20 horas

    A PROGRAMAÇÃO COMPLETA DO INTERCAMBIO em Florianópolis, Bombinhas e São Francisco do Sul está disponível na página www.nea.ufsc.br.

    Telefones de Contatos:

    Florianópolis (48) 3721.8605, 9982.8938(Joi),  9997.8290 (Sergio)

    Bombinhas (47) 3264.7478

    São Francisco do Sul (47) 3444.5728

    Apoiadores do Intercâmbio:

    Promoção: UFSC e Governo dos Açores

    Realização: Núcleo de Estudos Açorianos/UFSC

    Parceiros e apoiadores: Fundação Municipal de Cultura de Bombinhas, Fundação Cultural Ilha de São Francisco do Sul, Secretaria de Cultura da UFSC/SECARTE, Gira-Teatro Multissensorial, Associação Sociocultural AGIR–ARTES, Associação Cultural Padre José Idalmiro, Escola Secundaria de São Roque do Pico e aAssociação cultura de São Roque do Pico.

    Clique abaixo para ver o roteiro do grupo.

    ROTEIRO INTERCAMBIO AÇORES TEATRO


  • Exposição Brincadeira de Criança por Berenice Queiroz

    Publicado em 16/08/2016 às 10:05

     
    Convite

    O Espaço Cultural do Núcleo de Estudos Açorianos, da Universidade Federal de Santa Catarina, abre dia 18 de agosto a exposição “Brincadeira de Criança” da artista Berenice Queiroz. A proposta da exposição é mostrar as brincadeiras tradicionais da Ilha de Santa Catarina e proporcionar ao visitante da exposição a oportunidade de reviver momentos lúdicos de sua infância.

     

    “A proposta da exposição Brincadeira de Criança é resgatar as histórias da infância.  As peças eternizadas em cerâmica, contam as peraltices e brincadeiras de uma adorável infância em nossa ilha.  Algumas parecem tomar vida quando vistas por pessoas que relembram, em grupos de bate papos, momentos de grande alegria. Sorrindo, parecem ouvir o som do bate-bate, do bilboquê, das rodinhas do rolimã, que em poucos lugares com calçamento, faziam um som eletrizante.  Da inseparável e afetiva boneca de pano. Do imaginário cata-vento que, subjetivamente, parecia levantar voo, assim como a pipa que rebolava majestosa no céu.  Dos pequenos equilibristas ganhando altura sobre o pé de lata, e as criativas conversas no telefone sem fio. E tantos outros que se fizeram presentes na infância”. (Berenice Queiroz)

    O NEA/UFSC com esta exposição está comemorando o Dia do Folclore que é comemorado do dia 22 de agosto, pois estas brincadeiras tradicionais fazem parte do folclore Ilhéu, muitas delas foram registradas por Franklin Cascaes e também por Doralécio Soares.

    Brincar nos ensina e é importantíssimo na nossa formação, as brincadeiras evoluem ao logo do tempo, principalmente com as novas tecnologias. Mas há brincadeiras que mesmo com a passagem do tempo continuam inalteradas e todos brincam ou brincaram com elas. Podemos cita a pipa, quem não brincou de soltar pipa?

    Quem prestigiar a exposição da Berenice Queiroz, com certeza, poderá relembrar estes momentos e dividir isto com seus filhos e netos.

    catavento

     “Brincar é preciso!

    Brincar ensina e educa,socializa, compartilha, curte e apaixona. Lembranças agitam a memória ao olhar um brinquedo. A imagem remete à ternura da infância sublime reunindo-se para o lazer, utilizando apetrechos diversos, definindo cada um deles o modo de fazer a brincadeira. Brincar é diversão e aprendizado e exerce a mais poderosa capacidade humana, o da imaginação.

    Dos momentos de brincar em conjunto nascem afeições e amizades duradouras.”  (Gelci José Coelho/Peninha)

     

    A promoção da Exposição é da Universidade Federal de Santa Catarina/Secretaria de Cultura e Arte e conta com o apoio do Governo Regional dos Açores, por intermédio da Direção Regional das Comunidades.

    pipa

    LOCAL:

    Espaço Cultural do NEA – Núcleo de Estudos Açorianos

    Universidade Federal de Santa Catarina

    ABERTURA:

    18 de agosto às 18:30 horas

    PERÍODO:

    18 de agosto a 14 de outubro de 2016

    Segunda a sexta feira das 9 às 12 e das 14 às 17 horas

    INFORMAÇÕES:

    (48) 3721.8605 ou berenicecostaster@gmail.com

     

     

     

     

    “Todo adulto hiberna uma criança que a desperta para fazer da vida, possível de se viver”. Berenice Queiroz 


  • Exposição O Culto do Espírito Santo no Brasil Meridional por Joi Cletison

    Publicado em 08/07/2016 às 14:07

     

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    Sem dúvida a maiores expressões da Cultura popular Açoriana no Estado de Santa Catarina é o Culto ao Espírito Santo. Esta herança é demonstrada através das nossas Festas do Divino onde o sagrado e o profano convivem lado a lado e foi esta temática que Joi Cletison escolheu para esta exposição.

    A exposição é composta por 18fotos no tamanho 50X70 cm, ampliadas em papel fotográfico fosco em cores. As imagens foram capturadas em diversas festas do Divino que acontecem no litoral de Santa Catarina. Na exposição estaremos mostrando a devoção que a comunidade do litoral tem no Espírito Santo, bem como os cortejos, a coroação, os peditórios, as novenas, etc.

    Esta exposição já foi mostrada em Porto Alegre durante o 2º Congresso Internacional das Festas do Divino Espírito Santo. Também foi exposta em 2006 no Palácio dos Capitães Generais na cidade de Angra do Heroísmo nos Açores/Portugal. Outra coleção idêntica a esta está itinerando pelas ilhas do Arquipélago dos Açores, Canadá e os EUA onde temos uma colônia muito forte de açorianos.

    Maiores Informações: telefone 48 9982.8930ou joicletison@gmail.com

     

    SERVIÇOS:

    Local:

    Casa da Memória de Florianópolis

    Rua: Padre Miguelino, 58

    Florianópolis – SC- Brasil
    Período:

    11/07/2016 a 31/08/2016 das 13 às 19horas.

    Promoção:

    Fundação Franklin Cascaes

    Secretaria de Cultura da UFSC

    Apoio Cultural:

    Governo Autônomo dos Açores

    Realização:

    Casa da Memória/FCFFC/Diretoria de Patrimonio

    Núcleo de Estudos Açorianos/UFSC

    Informações:

    (48) 3333.1322

    Casadamemoriaflorianopolis@gmail.com

     

     

     

    CULTO AO ESPÍRITO SANTO NO BRASIL MERIDIONAL

     (painel de abertura da exposição)


        “Dizia Agostinho da Silva que o povo açoriano é portador de uma mensagem
    de paz e de fraternidade que levou, e continua levando, para o mundo
    inteiro, numa missão de anúncio da nova era para a humanidade. Essa
    missão e esse anúncio constituem uma parte fundamental das Festas do
    Divino Espírito Santo, e no desempenho dessa viagem de mistério as
    Festas chegaram à Ilha de Santa Catarina e em mais de dois séculos se
    estenderam por todo o litoral do Sul do Brasil. Quando se olha o
    semblante compenetrado dos participantes das cerimônias, no Pântano do
    Sul ou em Garopaba, no Centro de Florianópolis ou em Porto Belo ou ainda
    em qualquer outra freguesia e paróquia que celebra o Espírito Santo,
    percebemos que os descendentes de açorianos reconhecem a
    responsabilidade da sua missão divina, mas nesses mesmos rostos vemos a
    humildade de quem se sabe portador e não se exalta diante dos outros. O
    anúncio é de fraternidade, o que presupõe se sentir igual, nem maior nem
    inferior aos outros. A alma da Festa é o que vai na alma dos fiéis, e se
    reflete nas atitudes e no rosto, e é esse reflexo da alma que Joi
    Cletison Alves fixou nas suas fotografias.Elas estão aqui não para serem
    belas na cor e na forma – que o são, mas não só isso: elas estão aqui
    para nos lembrar de um encargo divino, de uma missão que recebemos, e
    àqueles que não fazem parte dela, despertar o respeito pelos fiéis do
    Divino. Pois neles está a consciência de um mundo novo que é preciso
    construir”.

    Prof. Doutor João Lupi
    Cônsul de Portugal em Florianópolis – SC – Brasil

    Joi Cletison Alves, natural do estado de Santa Catarina/Brasil, é historiador e especialista em história de Santa Catarina. Ex Diretor do Núcleo de Estudos Açorianos da Universidade Federal de Santa Catarina/UFSC. Atuou na direção do Departamento Artístico Cultural da UFSC onde implantou a Galeria de Arte desta Universidade, também dirigiu várias Instituições culturais no Estado de Santa Catarina. Atua como fotógrafo há mais de 30 anos com dezenas de exposições realizadas no Brasil e outros países.


  • Exposição DIÁSPORAS AÇORIANAS Representadas pela Rede de Casas dos Açores

    Publicado em 05/07/2016 às 9:14

    CONVITE_exposição

    As Casas dos Açores são entidades criadas por comunidades de imigrantes, descendentes de açorianos e simpatizantes da cultura açoriana dispersos pelo mundo (diásporas). As Casas têm em comum o desejo de fortalecimento da memória e da identidade cultural destes grupos, fomentando e articulando ações culturais, sociais e recreativas.

    O Conselho Mundial das Casas dos Açores (CMCA) é composto atualmente por 13 Casas distribuídas pelo planeta tendo com objetivo promover e articular ações das casas entre si e a Região Autônoma dos Açores (Arquipélago português, composto por 9 ilhas, situado no Atlântico Norte).

    O CMCA realiza anualmente uma assembleia, durante a qual a troca de presentes entre as Casas se tornou um hábito representativo de solidariedade e intercâmbio, evidenciando uma rede de relacionamentos.

    A exposição “Diásporas Açorianas” traz ao público uma pequena mostra desses objetos, que compõem o acervo da    Casa dos Açores de Santa Catarina, oriundos dessas trocas de presentes, evidenciando os diálogos travados entre as Casas. Vislumbra-se assim uma pequena parte da riqueza cultural do Arquipélago e de sua diáspora.Trata-se de um exercício de utilização de objetos como fonte de conhecimento histórico com intuito de demonstrar que as fontes históricas vão além de documentos escritos.

    Essa é uma exposição elaborada pelos discentes da disciplina Cultura Histórica e Fontes Documentais do semestre 2016/1, do Departamento de História, ofertada no curso de Museologia. O professor responsável pela disciplina foi Sérgio Luiz Ferreira. Trata-se de um exercício de utilização de objetos como fonte de conhecimento histórico com intuito de demonstrar que as fontes históricas vão além de documentos escritos.

    Durante a abertura teremos a Tocata da Casa dos Açores de Santa Catarina se apresentando e mostrando musicas do folclore açoriano.

    SERVIÇOS:

    Exposição Diásporas Açorianas Representadas pela Rede de Casas dos Açores

    Local: Espaço Cultural do NEA/UFSC

    Campus Universitário- Trindade- Florianópolis- SC- Brasil

    Abertura: 7 de julho às 18:30 horas

    Na abertura Apresentação da Tocata da Casa dos Açores de Santa Catarina

    Período: 08 de julho a 12 de agosto das 9h às 12h e das 14h às 17h

    REALIZAÇÃO:

    Universidade Federal de Santa Catarina

    Casa dos Açores de santa Catarina

    Núcleo de Estudos Açorianos da UFSC

    Acadêmicos da disciplina Cultura e Historia (turma 2016-1)

    APOIO CULTURAL:

    Governo Regional dos Açores

    Museologia – Universidade Federal de Santa Catarina

    Museu Victor Meirelles