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Exposição Brincadeira de Criança por Berenice Queiroz
Publicado em 16/08/2016 às 10:05

 
Convite

O Espaço Cultural do Núcleo de Estudos Açorianos, da Universidade Federal de Santa Catarina, abre dia 18 de agosto a exposição “Brincadeira de Criança” da artista Berenice Queiroz. A proposta da exposição é mostrar as brincadeiras tradicionais da Ilha de Santa Catarina e proporcionar ao visitante da exposição a oportunidade de reviver momentos lúdicos de sua infância.

 

“A proposta da exposição Brincadeira de Criança é resgatar as histórias da infância.  As peças eternizadas em cerâmica, contam as peraltices e brincadeiras de uma adorável infância em nossa ilha.  Algumas parecem tomar vida quando vistas por pessoas que relembram, em grupos de bate papos, momentos de grande alegria. Sorrindo, parecem ouvir o som do bate-bate, do bilboquê, das rodinhas do rolimã, que em poucos lugares com calçamento, faziam um som eletrizante.  Da inseparável e afetiva boneca de pano. Do imaginário cata-vento que, subjetivamente, parecia levantar voo, assim como a pipa que rebolava majestosa no céu.  Dos pequenos equilibristas ganhando altura sobre o pé de lata, e as criativas conversas no telefone sem fio. E tantos outros que se fizeram presentes na infância”. (Berenice Queiroz)

O NEA/UFSC com esta exposição está comemorando o Dia do Folclore que é comemorado do dia 22 de agosto, pois estas brincadeiras tradicionais fazem parte do folclore Ilhéu, muitas delas foram registradas por Franklin Cascaes e também por Doralécio Soares.

Brincar nos ensina e é importantíssimo na nossa formação, as brincadeiras evoluem ao logo do tempo, principalmente com as novas tecnologias. Mas há brincadeiras que mesmo com a passagem do tempo continuam inalteradas e todos brincam ou brincaram com elas. Podemos cita a pipa, quem não brincou de soltar pipa?

Quem prestigiar a exposição da Berenice Queiroz, com certeza, poderá relembrar estes momentos e dividir isto com seus filhos e netos.

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 “Brincar é preciso!

Brincar ensina e educa,socializa, compartilha, curte e apaixona. Lembranças agitam a memória ao olhar um brinquedo. A imagem remete à ternura da infância sublime reunindo-se para o lazer, utilizando apetrechos diversos, definindo cada um deles o modo de fazer a brincadeira. Brincar é diversão e aprendizado e exerce a mais poderosa capacidade humana, o da imaginação.

Dos momentos de brincar em conjunto nascem afeições e amizades duradouras.”  (Gelci José Coelho/Peninha)

 

A promoção da Exposição é da Universidade Federal de Santa Catarina/Secretaria de Cultura e Arte e conta com o apoio do Governo Regional dos Açores, por intermédio da Direção Regional das Comunidades.

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LOCAL:

Espaço Cultural do NEA – Núcleo de Estudos Açorianos

Universidade Federal de Santa Catarina

ABERTURA:

18 de agosto às 18:30 horas

PERÍODO:

18 de agosto a 14 de outubro de 2016

Segunda a sexta feira das 9 às 12 e das 14 às 17 horas

INFORMAÇÕES:

(48) 3721.8605 ou berenicecostaster@gmail.com

 

 

 

 

“Todo adulto hiberna uma criança que a desperta para fazer da vida, possível de se viver”. Berenice Queiroz 

Exposição O Culto do Espírito Santo no Brasil Meridional por Joi Cletison
Publicado em 08/07/2016 às 14:07

 

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Sem dúvida a maiores expressões da Cultura popular Açoriana no Estado de Santa Catarina é o Culto ao Espírito Santo. Esta herança é demonstrada através das nossas Festas do Divino onde o sagrado e o profano convivem lado a lado e foi esta temática que Joi Cletison escolheu para esta exposição.

A exposição é composta por 18fotos no tamanho 50X70 cm, ampliadas em papel fotográfico fosco em cores. As imagens foram capturadas em diversas festas do Divino que acontecem no litoral de Santa Catarina. Na exposição estaremos mostrando a devoção que a comunidade do litoral tem no Espírito Santo, bem como os cortejos, a coroação, os peditórios, as novenas, etc.

Esta exposição já foi mostrada em Porto Alegre durante o 2º Congresso Internacional das Festas do Divino Espírito Santo. Também foi exposta em 2006 no Palácio dos Capitães Generais na cidade de Angra do Heroísmo nos Açores/Portugal. Outra coleção idêntica a esta está itinerando pelas ilhas do Arquipélago dos Açores, Canadá e os EUA onde temos uma colônia muito forte de açorianos.

Maiores Informações: telefone 48 9982.8930ou joicletison@gmail.com

 

SERVIÇOS:

Local:

Casa da Memória de Florianópolis

Rua: Padre Miguelino, 58

Florianópolis – SC- Brasil
Período:

11/07/2016 a 31/08/2016 das 13 às 19horas.

Promoção:

Fundação Franklin Cascaes

Secretaria de Cultura da UFSC

Apoio Cultural:

Governo Autônomo dos Açores

Realização:

Casa da Memória/FCFFC/Diretoria de Patrimonio

Núcleo de Estudos Açorianos/UFSC

Informações:

(48) 3333.1322

Casadamemoriaflorianopolis@gmail.com

 

 

 

CULTO AO ESPÍRITO SANTO NO BRASIL MERIDIONAL

 (painel de abertura da exposição)


    “Dizia Agostinho da Silva que o povo açoriano é portador de uma mensagem
de paz e de fraternidade que levou, e continua levando, para o mundo
inteiro, numa missão de anúncio da nova era para a humanidade. Essa
missão e esse anúncio constituem uma parte fundamental das Festas do
Divino Espírito Santo, e no desempenho dessa viagem de mistério as
Festas chegaram à Ilha de Santa Catarina e em mais de dois séculos se
estenderam por todo o litoral do Sul do Brasil. Quando se olha o
semblante compenetrado dos participantes das cerimônias, no Pântano do
Sul ou em Garopaba, no Centro de Florianópolis ou em Porto Belo ou ainda
em qualquer outra freguesia e paróquia que celebra o Espírito Santo,
percebemos que os descendentes de açorianos reconhecem a
responsabilidade da sua missão divina, mas nesses mesmos rostos vemos a
humildade de quem se sabe portador e não se exalta diante dos outros. O
anúncio é de fraternidade, o que presupõe se sentir igual, nem maior nem
inferior aos outros. A alma da Festa é o que vai na alma dos fiéis, e se
reflete nas atitudes e no rosto, e é esse reflexo da alma que Joi
Cletison Alves fixou nas suas fotografias.Elas estão aqui não para serem
belas na cor e na forma – que o são, mas não só isso: elas estão aqui
para nos lembrar de um encargo divino, de uma missão que recebemos, e
àqueles que não fazem parte dela, despertar o respeito pelos fiéis do
Divino. Pois neles está a consciência de um mundo novo que é preciso
construir”.

Prof. Doutor João Lupi
Cônsul de Portugal em Florianópolis – SC – Brasil

Joi Cletison Alves, natural do estado de Santa Catarina/Brasil, é historiador e especialista em história de Santa Catarina. Ex Diretor do Núcleo de Estudos Açorianos da Universidade Federal de Santa Catarina/UFSC. Atuou na direção do Departamento Artístico Cultural da UFSC onde implantou a Galeria de Arte desta Universidade, também dirigiu várias Instituições culturais no Estado de Santa Catarina. Atua como fotógrafo há mais de 30 anos com dezenas de exposições realizadas no Brasil e outros países.

Exposição DIÁSPORAS AÇORIANAS Representadas pela Rede de Casas dos Açores
Publicado em 05/07/2016 às 9:14

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As Casas dos Açores são entidades criadas por comunidades de imigrantes, descendentes de açorianos e simpatizantes da cultura açoriana dispersos pelo mundo (diásporas). As Casas têm em comum o desejo de fortalecimento da memória e da identidade cultural destes grupos, fomentando e articulando ações culturais, sociais e recreativas.

O Conselho Mundial das Casas dos Açores (CMCA) é composto atualmente por 13 Casas distribuídas pelo planeta tendo com objetivo promover e articular ações das casas entre si e a Região Autônoma dos Açores (Arquipélago português, composto por 9 ilhas, situado no Atlântico Norte).

O CMCA realiza anualmente uma assembleia, durante a qual a troca de presentes entre as Casas se tornou um hábito representativo de solidariedade e intercâmbio, evidenciando uma rede de relacionamentos.

A exposição “Diásporas Açorianas” traz ao público uma pequena mostra desses objetos, que compõem o acervo da    Casa dos Açores de Santa Catarina, oriundos dessas trocas de presentes, evidenciando os diálogos travados entre as Casas. Vislumbra-se assim uma pequena parte da riqueza cultural do Arquipélago e de sua diáspora.Trata-se de um exercício de utilização de objetos como fonte de conhecimento histórico com intuito de demonstrar que as fontes históricas vão além de documentos escritos.

Essa é uma exposição elaborada pelos discentes da disciplina Cultura Histórica e Fontes Documentais do semestre 2016/1, do Departamento de História, ofertada no curso de Museologia. O professor responsável pela disciplina foi Sérgio Luiz Ferreira. Trata-se de um exercício de utilização de objetos como fonte de conhecimento histórico com intuito de demonstrar que as fontes históricas vão além de documentos escritos.

Durante a abertura teremos a Tocata da Casa dos Açores de Santa Catarina se apresentando e mostrando musicas do folclore açoriano.

SERVIÇOS:

Exposição Diásporas Açorianas Representadas pela Rede de Casas dos Açores

Local: Espaço Cultural do NEA/UFSC

Campus Universitário- Trindade- Florianópolis- SC- Brasil

Abertura: 7 de julho às 18:30 horas

Na abertura Apresentação da Tocata da Casa dos Açores de Santa Catarina

Período: 08 de julho a 12 de agosto das 9h às 12h e das 14h às 17h

REALIZAÇÃO:

Universidade Federal de Santa Catarina

Casa dos Açores de santa Catarina

Núcleo de Estudos Açorianos da UFSC

Acadêmicos da disciplina Cultura e Historia (turma 2016-1)

APOIO CULTURAL:

Governo Regional dos Açores

Museologia – Universidade Federal de Santa Catarina

Museu Victor Meirelles

Exposição AÇORES Fotografias de Mauricio Abreu
Publicado em 17/06/2016 às 14:19

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O Núcleo de Estudos Açorianos da Universidade Federal de Santa Catarina atua na pesquisa e também na divulgação e preservação das raízes açorianas no Brasil e em especial no litoral do Estado de Santa Catarina. Também atuamos divulgando o Arquipélago dos Açores aqui para os descendentes dos colonizadores açorianos de 7ª, 8ª e 9ª geração que chegaram aqui no século XVIII. Promovemos cursos, palestras, mostras de filmes, folclore, artesanato e de fotografias com os temas mais diversos para mostra a realidade dos Açores.ExpoAcores_MauricioAbreu_03

Em parceria com o Museu Histórico Emilio da Silva estamos apresentando a exposição fotográfica “AÇORES” do fotografo português Mauricio de Abreu. A mostra composta de 32 fotografias 30×40 ampliadas em papel fotográfico brilhante nos mostra a nostalgia do arquipélago com imagens da zona rural de varias ilhas. Poderemos ver a religiosidade, a forma simples de cultivar o campo, a arquitetura e também as belas paisagens naturais.

A mostra estará aberta a partir de 12 de junho no Museu Histórico Emilio da Silva, na cidade de Jaragua do Sul/SC e poderá ser visitada até dia 15 de julho de 2016.

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Maurício AbreuNasceu em Coimbra em 1954, estando radicado em Setúbal desde 1964. Concluiu a licenciatura em engenharia eletrotécnica no IST em 1978. A partir de 1983, dedicou-se exclusivamente à fotografia, tendo desenvolvido diversos trabalhos como fotógrafo, produtor e editor, nas áreas do patrimônio natural e cultural, da etnografia e da arquitetura tradicional. É autor e editor de uma coleção de livros fotográficos sobre várias regiões de Portugal: Alentejo, Ribatejo, Açores, Madeira, Algarve, Setúbal, Norte Alentejano, com textos de Hélder Pinho, Álamo de Oliveira, João de Melo, Vicente Jorge Silva, Nuno Júdice, Francisco José Viegas, Isabel Vitor, Luís Jorge Gonçalves, Ana Duarte e José Manuel Fernandes. Tem diversos livros publicados nas principais editoras portuguesas. Em 1997 recebeu  a Medalha de Honra de Cultura da Cidade de Setúbal. E em 2009 foi eleito QEP (Qualified European Photographer) pela FEP ( Federação das European National Professional Photographers Associations ) na Bélgica.

Mais informações sobre o fotografo poderão ser obtidas no endereço www.mauricioabreu.com

 

 

SERVIÇOS:

LOCAL: Museu Histórico “Emílio da Silva
Avenida Marechal Deodoro da Fonseca, 247 – Praça Ângelo Piazera

Bairro: Centro – CEP: 89251-700 – Jaraguá do Sul – SC
PERÍODO: 12/06 a 15/07/2016

VISITAÇÃO: Terça a sexta-feira, das 7h30 às 11h30 e das 13 às 16h30 e sábado, das 9 às 12 horas.

 

CONTATOS: (48) 3721.8606 ou  (47) 3371-8346

 

PROMOÇÃO:
Museu Histórico “Emílio da Silva

Universidade Federal de Santa Catarina

Secretaria de Cultura e Arte

 

REALIZAÇÃO:

Núcleo de Estudos Açorianos da UFSC

 

APOIO:

Direcção Regional das Comunidades – Governo dos Açores
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(Fotos de Mauricio de Abreu)

Santi Spiritus vias Encantadas
Publicado em 08/06/2016 às 16:57

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 No próximo dia 10 junho, na Câmara de Vereadores de Garopaba, a partir das 19 horas acontecerá uma palestra com o historiador  Joi Cletison sobre o Culto ao Divino Espírito Santo com a apresentação do filme “Santi Spiritus vias Encantadas” produzido em Garopaba e dirigido por Tatiana Kviatkoski, que também estará presente. Este filme foi exibido nos Açores como programação de um Congresso das Festas do Divino.

   Promovido pelo Movimento MARE, o encontro pretende debater aspectos da cultura e historia de Garopaba em que a religiosidade trazida pelos imigrantes açorianos desempenhou papel importante na comunidade. O objetivo é promover e valorizar a história do município ao reunir um grupo de pessoas interessadas em valorizar as heranças culturais deixadas pelos açorianos no litoral de Santa Catarina.

EVENTO: É aberto e gratuito, não há necessidade de pré inscrição.

O QUE: Palestra e filme sobre o Culto ao Espírito Santo

QUANDO: Sexta – feira, 10 de Junho. 19h

ONDE: Câmara de Vereadores de Garopaba

 

 

Joi Cletison, historiador e pesquisador, especialista em historia de SC, coordenador do Núcleo de Estudos Açorianos por 15 anos, diretor do Projeto Fortalezas da Ilha de Santa Catarina, já realizou palestra em vários países. Coordenou a Festa Açoriana de SC – AÇOR  por 22 anos seguidos, organizou o 1º Congresso Internacional das Festas do Espírito Santo e participou da organização  das realizações dos anos seguintes no Brasil,  Açores e  EUA.

 Tatiana Kviatkoski, Acadêmica de Ciências Sociais, documentarista, já realizou diversos filmes. Sobre a temática açoriana esteve na direção dos filmes: Palhoça terra de Muitas historias, Ganchos entre  Mares e Montanhas, Mar & Cultura, Festa Açoriana nas edições 17º, 18º, 19º, 20º, 21º e 22º. Participou do 5º Congresso Internacional das Festas do Espírito Santo  nos Açores apresentando a o Filme  Santi Spiritus vias Encantadas” 

 

Nossas Raízes, Nossa Luta
Publicado em 07/06/2016 às 11:53

Nossas Raízes, Nossa Luta – Plataforma audiovisual sobre história e cultura de Biguaçu e municípios vizinhos será lançada dia 16 de junho com exibição de filme e conversa sobre patrimônio cultural.

Educadores, estudantes e público em geral poderão contar com uma nova fonte de
informação sobre Biguaçu, Águas Mornas, Antônio Carlos e Governador Celso Ramos. A partir de 16 de junho, o site Nossas Raízes, Nossa Luta disponibiliza 36 áudios e 20 vídeos inéditos com moradores e personalidades da região, contabilizando cerca de 27 horas de conteúdo. Também estará disponível integralmente o documentário que deu origem ao projeto, dirigido pelo cineasta Carlos Portella Nunes.

Todo o material disponibilizado na plataforma será liberado para download nos parâmetros Creative Commons (uso não-comercial, sem permissão para apropriações) e terá seus direitos liberados para pesquisa, uso pedagógico e trabalhos acadêmicos. Contemplado pelo edital estadual Elisabete Anderle, categoria Patrimônio Imaterial, o projeto pretende contribuir para a difusão e preservação da cultura.

Grupo Arcos 
Após o lançamento do site e exibição do documentário Nossas Raízes, Nossa Luta, a Dra. Ana Lúcia Coutinho, historiadora e presidente do Grupo Arcos, e a arquiteta Eliane Veras da Veiga, professora da Unisul, conduzem uma conversa com educadores e comunidade sobre Patrimônio Cultural Material e Imaterial. Um dos objetivos do grupo é realizar mensalmente encontros para tratar dessa temática.
O lançamento da plataforma é uma realização do Grupo Arcos Pró-Resgate da Memória Histórica, Artística e Cultural de Biguaçu e do projeto Nossas Raízes, Nossa Luta com o apoio da Secretaria Municipal de Educação de Biguaçu.

O quê:  Lançamento da plataforma digital Nossas Raízes, Nossa Luta
+ conversa com Ana Lúcia CouMnho (Grupo Arcos) e Eliane Veras da Veiga (Unisul)

Quando:  16 de junho, quinta-feira, às 20h

Local: Centro Educacional David Crispim Corrêa, Rua Hermógenes Prazeres, 59, Centro – Biguaçu

Evento gratuito 
Informações para a imprensa: Sansara Buriti – (48) 9928- 74 14 / buritisansara@gmail.com

Exposição AÇORES por Joi Cletison
Publicado em 03/06/2016 às 15:18

Exposição Açores Fotografias Joi Cletison (1)

 

A exposição fotográfica ”Açores” é composta de 17 imagens ampliadas tamanho 80X100cm estas imagens foram feitas em várias ilhas do arquipélago dos Açores, mostram arquitetura, festas populares, costumes tradicionais, e também as belezas naturais do arquipélago. Na exposição poderemos ver imagens das ilhas do Pico, São Jorge, Terceira, Graciosa, Faial, São Miguel e Corvo.

A exposição foi montada para comemorar os 265 anos da chegada dos emigrantes açorianos para povoar o sul do Brasil, especificamente o Estado de Santa Catarina. Desta vez estaremos mostrando um pouco do Arquipélago dos Açores para os muitos descendentes de açorianos que residem no estado de Santa Catarina.

São 17 fotografias coloridas no tamanho 80X100 cm, impressos em lona de autoria de Joi Cletison, que atualmente é diretor do Núcleo de Estudos Açorianos da UFSC e que atua como fotógrafo a mais de 30 anos, tem várias dezenas de exposições realizadas no Brasil e no exterior.

A proposta da exposição é percorrer as diversas cidades do litoral do nosso estado que foram povoadas por emigrantes açorianos e ainda matem vários costumes e tradições que herdaram dos seus antepassados.

Imagem 1672 (1841) (foto por Joi Cletison)

 

Maiores Informações: telefone 48 3721.8605 ou joicletison@gmail.com

 

SERVIÇOS:

Local: Espaço Cultural do Centro de Cultura e Eventos da UFSC
Período: 06 de junho a 08 de julho de 2016

Hora: 2ª a 6ª Feiras das 8 as 20 horas

Promoção: Universidade Federal de Santa Catarina/Secretaria de Cultura e Arte

Apoio Cultural: Governo Autônomo dos Açores

Realização: Núcleo de Estudos Açorianos/UFSC

Centro de Cultura e Eventos/UFSC

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(foto por Joi Cletison)

Texto de apresentação da exposição:

A proposta desta exposição é viajarmos pelo Arquipélago dos Açores através da visão panorâmica e fotográfica de Joi Cletison. Usando o seu afinado e seleto olhar ele nos apresenta aspectos dos Açores e dos Açorianos, desde a paisagem, o cotidiano, a arquitetura, as tradições, a brincadeira com o touro, a religiosidade, o culto ao Divino Espírito Santo, em momentos cristalizados nestas fotografias.

O Arquipélago dos Açores é formado por nove ilhas de formação vulcânica (Santa Maria, São Miguel, Terceira, Faial, Pico, São Jorge, Flores, Graciosa e Corvo) e está localizado no atlântico norte a uma distância aproximada de 1.600 km do continente europeu.

“Conhecendo um pouco das Ilhas Atlânticas, certamente que nos reconheceremos açorianos no nosso Litoral Catarinense e na nossa Ilha de Santa Catarina”.

Francisco do Vale Pereira

Historiador/NEA/UFSCDSC_0695

 

(foto por Joi Cletison)

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(foto por Joi Cletison)

Exposição Herança Cultural Açoriana: arte e sustentabilidade Elias Andrade e Sandra Pereira
Publicado em 24/05/2016 às 11:47

 

A exposição que apresentamos no Espaço Cultural do NEA, nos traz em forma de Arte a herança da cultural açoriana que os ilhéus nos deixaram a partir de sua chegada no século XVIII. Elias Andrade se apropria desta herança cultural açoriana e, com traços leves e soltos em suas telas, nos mostra os saberes e fazeres, lendas, tradições e a religiosidade. Já, Sandra Pereira, em suas obras, traz a valorização do saber fazer usando a Renda de Bilro nas suas criações, valorizando e divulgando este artesanato tão presente na região litorânea catarinense.

Elias Andrade ou “Índio”, como é mais conhecido, nasceu em Sambaqui (Florianópolis) na Ilha de Santa Catarina. Artista plástico autodidata tem suas obras expostas em vários países da Europa, das Américas.

O contato com a natureza e com os costumes, tradições e folclore, expressando o que há de mais autêntico na alma dos “manézinhos da ilha”, tanto em seu cotidiano, como em seu imaginário, são seus temas mais freqüentes. Mostram pescadores, arrastão, sereias, folguedos, festas populares e elementos de sua rica vivência em Sambaqui, onde pesca, “proseia” e desenha na areia. Para esta exposição “Índio” preparou uma serie de telas com a temática Renda de Bilro.

A mais surpreendente de suas exposições foi a que realizou dentro do Rio Ratones, com murais sustentados por bambus. Nessa mostra, os convidados eram levados até o local em barcos e baleeiras. Essa exposição flutuante denunciava o fechamento de um braço do Rio Ratones, aterrado para dar lugar a um ‘empreendimento turístico’.

Essa preocupação social e com a sustentabilidade são características que envolvem todo o trabalho de Elias, e fazem dele um capítulo a parte dentro da visualidade catarinense.

Sandra Pereira, reside na Ilha a mais de 15 anos, escolheu este pedacinho de terra para morar pelo encantamento das belezas naturais e a paixão pela cultura de base açoriana, muito presente aqui em Santa Catarina.Funcionária da Secretaria de Cultura da UFSC, depois de sua aposentadoria dedicou-se arte.

“Nossas luminárias surgiram do encantamento pelos trabalhos manuais e pelos objetos de decoração. Assistindo um programa de TV sobre decoração de ambientes, que incentivava o aproveitamento daquilo que não tem mais valor, resolvemos, eu meu pai, criar luminárias utilizando garrafas descartadas, dando assim um novo significado para estes recipientes que eram jogados no lixo”.

Com a proposta de valorizar a cultura local da Ilha de Santa Catarina, ela agregou na sua obra a Renda de Bilro, dando mais sofisticação a suas peças.

“Com aplicação de renda de bilro nas cúpulas das luminárias, buscamos também despertar a valorização e o fortalecimento da Rendeira, artesã que até os dias de hoje preserva a cultura açoriana, mas muitas vezes não tem este trabalho reconhecido”.

Luminárias customizadas para presentear, encantar e iluminar ambientes e pessoas com personalidade e, ao mesmo tempo, sendo sustentável.

 

SERVIÇOS

Abertura: 02 de junho as 18:30 horas

Local: Espaço Cultural do NEA – Núcleo de Estudos Açorianos

Universidade Federal de Santa Catarina

Período: 03 de junho a 01 de julho de 2016

Visitação: 2ª a 6ª feria das 9 ás 12 e das 14 às 17 horas

Informações: sandra.p@ufsc.br  fone (48)9952.3550

indioeliasandrade@hotmail.com  fone (48)9986.4988

NEA/UFSC (48) 3721.8605

Promoção

Universidade Federal de Santa Catarina

Secretaria de Cultura a Arte

Realização:

Núcleo de Estudos Açorianos da UFSC

Apoio Cultural:

Governo do Açores/DRC

Vidraçaria Cristal

Sobre os Artistas:

Sandra Pereira:

Pedagoga, aposentada da Universidade Federal de Santa Catarina, trabalhou junto a Secretaria de Cultura da UFSC onde está localizado o NEA, Núcleo de Estudos Açorianos da UFSC quando surgiu a paixão pela arte açoriana. A ideia de tornar garrafas de vidro em objetos de decoração surgiu do encantamento pelos trabalhos manuais e pela sustentabilidade. A partir da ideia apresentada num programa de TV sobre decoração de ambientes, que incentivava o reaproveitamento de resíduos, resolveu, junto com seu pai, criar luminárias utilizando garrafas recicladas, dando assim um novo significado aquilo que era descartado. “Do lixo à arte”, a artista alia nas cúpulas o uso da renda de bilro, buscando também despertar a valorização e o fortalecimento da cultura açoriana.

Elias Andrade:

Elias Andrade ou Índio, como é mais conhecido, nasceu em Sambaqui (Florianópolis) na Ilha de Santa Catarina. Artista plástico autodidata tem suas obras expostas em vários países da Europa, das Américas e da Oceania.
O contato com a natureza e com os costumes, tradições e folclore, expressando o que há de mais autêntico na alma dos “manézinhos da ilha”, tanto em seu cotidiano, como em seu imaginário, são seus temas mais freqüentes. Mostram pescadores, arrastão, sereias, folguedos, festas populares e elementos de sua rica vivência em Sambaqui, onde pesca, “proseia” e desenha na areia. Elias Andrade, o “Índio”, é original não apenas na sua pintura. A forma com que expõe seus trabalhos é absolutamente única. Expõe regularmente em ambientes naturais, como embaixo das pitangueiras da Ponta ou nas fortalezas da ilha, sempre preocupado em levar a arte onde o povo está. A mais surpreendente de suas exposições foi a que realizou dentro do Rio Ratones, com murais sustentados por bambus. Nessa mostra, os convidados eram levados até o local em barcos e baleeiras. Essa exposição flutuante denunciava o fechamento de um braço do Rio Ratones, aterrado para dar lugar a um ‘empreendimento turístico’. Essa preocupação social e as características que envolvem todo o trabalho de Elias fazem dele um capítulo a parte dentro da visualidade catarinense.

 

Exposição ILHA TERCEIRA/ILHA DE SANTA CATARINA: Um paralelo iconográfico, por Paulo Ricardo Caminha
Publicado em 09/05/2016 às 8:39

A exposição traça um paralelo das ilhas (Terceira nos Açores/Portugal e a de Santa Catarina/Florianópolis/SC) através de imagens do século passado, nos apresenta vários aspectos da cultura açoriana como: costumes, tradições, folclore, arquitetura, e no saber fazer, que evidenciam as semelhanças de cá com além mar.

Paulo Caminha, sempre ouviu histórias e estórias que seu avô contava, dos casos raros ocorridos na ilha de Santa Catarina.  Influenciado por estas historias de Florianópolis em 1988 ele começa a recolha de documentos e imagens da antiga cidade, onde hoje possui um importante acervo iconográfico tanto da Ilha de Santa Catarina como Ilha Terceira – Açores, sendo um dos principais acervos fotográficos particulares nesta temática da cidade de Florianópolis e o maior acervo de imagens do século passado fora do arquipélago dos Açores.

O Espaço Cultural do do IFSC (Instituto Federal de Santa Catarina – Campus São Jose) traz esta exposição no mês de maio, mostrando que mesmo depois de ter passado mais de 268 anos da chegada dos açorianos ainda mantemos uma herança cultural muito forte que nos liga diretamente ao Arquipélago dos Açores. Nesta exposição você poderá compara imagens da Ilha Terceira (Açores) com a Ilha de Santa Catarina (Florianópolis) como: festa do divino, arquitetura civil, rural ou militar, cais e portos, artesanato, etc.

A pesquisa e curadoria é de Paulo Ricardo Caminha, a exposição é

composta de 12 painéis no tamanho de 1,20mX0,50m e um painel de 200x100cm com imagens do século passado aplicadas em PVC.

 

 

 

Local: Instituto Federal de Santa Catarina/ IFSC/Campus São José

(Rua: José Lino Kretzer, 608 – Praia Comprida – São José)

Período: 09 a 21 de maio de 2016

Visitação: 2ª a 6ª Feira das 8:30 as 17:30 horas

 

Promoção: Instituto Federal de Santa Catarina – Campus São Jose

Universidade Federal de Santa Catarina/SECULT

Realização: Núcleo de estudos Açorianos/UFSC

Diretoria de Ensino IFSC/Campus São José

Apoio Cultural: Governo Regional dos Açores

Informações: Paulo Caminha (048)9919.3886 ou João Pacheco (48)9624.0457

 

 

 

SINTESE DO CURRÍCULO:

 

Paulo Ricardo Caminha nasceu no município de Florianópolis no dia 11 de maio de 1958.  É formado em engenharia mecânica pela Universidade Federal de Santa Catarina e mestre em engenharia civil pela mesma universidade. Trabalha na área de saneamento há 26 anos.

Um grande interesse pela terra dos povoadores açorianos, direcionou para os seus  estudos de um fenômeno chamado AÇORIANIDADE e em 2002 foi selecionado para o curso “Açores, em Busca das Raízes” oferecido pela DRC – Direcção Regional das Comunidades que aconteceu nas ilhas Terceira, Pico e Faial. No ano de 2003, na Presidência da CAISC – Casa dos Açores Ilha de Santa Catarina, participou deste mesmo curso ministrado no município de Florianópolis onde foi coordenador.
Após sua primeira viagem aos Açores em 2002, teve início a participação no programa radiofônico “Manhãs de Sábado” da Rádio e Televisão Portuguesa – RTP Antena 1 Açores, sob o comando do radialista Mário Jorge Pacheco. A participação de uma forma assídua aconteceu em 2007, onde até o término do programa em fevereiro de 2011, esteve presente em todas as edições do programa.

Sempre com objetivo de chamar a atenção para a importância de nosso patrimônio histórico e para a preservação de nossa arquitetura e monumentos, promoveu inúmeras exposições fotográficas com o tema Florianópolis antigo. Uma das atuações principais foi no movimento que culminou com o tombamento da Ponte Hercílio Luz em nível municipal, estadual e federal, bem como o movimento em prol de sua restauração.

 

Participação em entidades culturais:

- Conselheiro do Núcleo de Estudos Açorianos da Universidade Federal de Santa Catarina,
- Presidente da Fundação Pró-Florianópolis, além de diversos outros cargos nesta mesma entidade,
- Casa dos Açores Ilha de Santa Catarina (Presidente, vice-presidente, diretor de relações internacionais),
- Atualmente é Vice-presidente do Conselho Municipal de Políticas Culturais de Florianópolis.

 

Palestras e exposições proferidas no Brasil e exterior (Sempre abordando o tema herança cultural de base açoriana):

- Festa do Emigrante na Ilha das Flores, Açores – Portugal em 2003,
- Universidade de York em Toronto – Canadá em 2007,
- Universidade de Toronto – Canadá em 2007,
- Casa dos Açores do Ontário- Canadá em 2007,
- Associação Musical Portuguesa de Montreal – Canadá em 2007,
- Universidade dos Açores – Congresso A Voz dos Avós Açores – Portugal em 2008,

- Congresso da Associação das Empresas de Saneamento Básico Estaduais, Florianópolis em 2009

- DarCena – Festival de Teatro da Ilha Terceira – Palestra intitulada A Invenção do Brasil – Contribuição Açoriana e Herança Cultural – Açores – Portugal – outubro de 2011.

- Exposição fotográfica Ilha Terceira/Ilha de Santa Catarina – Paralelo Iconográfico – Açores – Portugal em outubro de 2011.

 

Condecorações recebidas:

- Troféu Manezinho da Ilha em 1996
- Medalha do Mérito do Município de Florianópolis através da LEI Nº 8562/2011, de 15/03/2011

- Voto de Saudação ao Programa de Rádio da Antena 1 Açores “Manhãs de Sábado” e seus colaboradores, aprovado por unanimidade pela Assembleia Legislativa Regional dos Açores (Processo 27.07/IX de 14 de Abril de 2011)

- Troféu Açorianidade 2011, recebendo o Troféu Ilha de São Jorge que homenageia uma personalidade no estado de Santa Catarina cujo objetivo de reconhecer e valorizar o trabalho de Instituições, Pessoas e Empresas, com trabalhos em prol da Cultura de Base Açoriana do estado de Santa Catarina.

 

Participações em filmes na qualidade de pesquisador ou colaborador:

- Ponte Hercílio Luz Patrimônio da Humanidade de Zeca Pires

- Cruz e Sousa o Poeta do Desterro de Sílvio Back

- Capitão Imaginário de Chico Faganello
- A Antropóloga de Zeca Pires

Exposição: Herança Açoriana na Ilha de Santa Catarina, fotografias de Joi Cletison
Publicado em 15/04/2016 às 14:54


A Exposição esta montada no Museu Histórico Emílio da Silva, na cidade de Jaraguá do Sul e fica aberta ao público até dia 8 de maio de 2016. A exposição mostra a presença Açoriana na Ilha de Santa Catarina, é composta de 24 imagens ampliadas em papel fotográfico brilhante (65X50) que nos mostram vários aspectos que a colonização açoriana nos legou na arquitetura, na religiosidade, no folclore, no artesanato e outros.

É claro que a cultura deixada pelos lusitanos incorporou outros elementos, mas conserva os traços de sua autenticidade. Para mostrar isto o NEA/UFSC organizou esta exposição de fotografias, onde mostramos a Arquitetura Luso-Brasileira com suas técnicas construtivas, o Artesanato com as belas rendas de bilro, cerâmica utilitária, tapeçaria que fazem parte do saber fazer deixados pelos nossos antepassados. No folclore mostramos as nossas Danças Folclóricas, o Terno de Reis e na Religiosidade escolheu as festas e romarias.

A autoria das imagens é do historiador e fotografo  Joi Cletison, que atualmente é diretor do Núcleo de Estudos Açorianos da UFSC e que atua como fotógrafo a mais de 30 anos, tem diversas exposições realizadas no Brasil e no exterior.

 

Maiores Informações:

Contato: (47) 3371.8346 ou (47) 37218605.

E mail:    joicletison@gmail.com   ou museuhistorico@jaraguadosul.sc.gov.br

 

Serviços:

Local: Museu Histórico Emilio da Silva, Jaraguá do Sul- SC – Brasil.

Período: 08/04 a 08/05/2016.

Realização: Núcleo de Estudos Açorianos/SeCult/UFSC.

Museu Histórico de Santa Catarina.

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