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Exposição Folclore do Litoral Catarinense no Espaço Cultural do NEA
A Exposição Folclore do Litoral Catarinense no Espaço Cultural do NEA terá abertura em 9 de agosto às 15 horas e vai até 30 de setembro de 2011.
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Arquipélago dos Açores e Litoral Catarinense – Século XVIII a XXI
Após a dissolução da União Ibérica em 1640, iniciouse a disputa pelas terras do Brasil Meridional. Na época, as coroas portuguesa e espanhola assinaram o Tratado uti possidetis, reconhecendo que o dono de um território seria quem nele estivesse estabelecido.Começa, então, a corrida entre Portugal e Espanha para ocupar o território anteriormente demarcado pelo Tratado de Tordesilhas.
Veja artigo completo em PDF clicando aqui ou sobre a imagem a direita.
Autor: Joi Cletison
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Governo dos Açores e UFSC / NEA discutem pauta de acordos culturais
- Visita Dra. Graça Castanho DRC Açores
- Diretor do NEA, Joi Cletison, com Dra. Graça Castanho Directora Regional das Comunidades (DRC)
- Diretor do NEA, Joi Cletison, com Dra. Graça Castanho Directora Regional das Comunidades (DRC)
- Jussara Bayer, Nereu do Vale Pereira, Dra. Graça Castanho, Joi Cletison e Francisco do Vale Pereira em frente ao NEA / UFSC
Em sua primeira visita ao Brasil, a Directora Regional das Comunidades do Governo Regional dos Açores se reúne com reitor e pesquisadores do Núcleo de Estudos Açorianos da Universidade Federal de Santa Catarina para apresentar propostas de intercâmbio e aproximação cultural.
Intercâmbios profissionais, parcerias e acordos entre a Universidade Federal de Santa Catarina e Açores ficaram acertados a partir da primeira visita oficial da diretora regional das Comunidades do Governo de Açores Maria da Graça Castanho nesta semana ao Brasil e a Florianópolis. Empossada em outubro passado no cargo, Castanho esteve na Capital nos dias 14 e 15, visitando a Universidade Federal de Santa Catarina e o Núcleo de Estudos Açorianos e a Casa Dos Açores de Santa Catarina.
Responsável pelos acordos culturais com comunidades açorianas de todo mundo, além do cuidado com repatriados, imigrantes e emigrantes dos Açores, a diretora apresentou as novas diretrizes da presidência da Região Autônoma dos Açores. Em encontro com o vice-reitor da UFSC Carlos Alberto da Silva e com pesquisadores da equipe do NEA, Castanho anunciou os projetos que deverá implantar na área de turismo para jovens e pessoas de Terceira Idade, incluindo concursos na área literária e jornalismo. Convidado oficialmente a visitar os Açores, o vice-reitor falou sobre o trabalho do NEA na valorização da cultura açoriana. “Preservar o legado dessa cultura em Santa Catarina é preservar a qualidade de vida caracterizada pela tranqüilidade do homem do nosso litoral”, destacou.
Em reunião com a produção do filme A Antropóloga foi alinhavada ainda a viagem do diretor do, Zeca Nunes Pires, com a atriz principal Larissa Bracher para exibir a obra nos Cinemas da Horta, Angra e Ponta Delgada nas três maiores ilhas do arquipélago dos Açores, seguida de debate com jornalistas e escolas.
Castanho também teve reunião com a empresa EquipeDigital.com responsável pela criação e manutenção do portal das ComunidadesAçorianas.org, que disponibiliza artigos sobre cultura açoriana, aberto a todas as comunidades do mundo e de modo colaborativo. Foi aprovada a manutenção do Portal das Comunidades e traçado estratégias para ampliar a sua divulgação e também atingir as camadas mais populares que estão fora das universidades.
Segundo o coordenador do Núcleo, Joi Cletison, que acompanhou toda a agenda da diretora em Florianópolis, hoje o litoral de Santa Catarina conhece mais os Açores do que o contrário. Depois de Florianópolis, Dra. Maria da Graça Castanho completara sua visita técnica na Casa dos Açores do Rio Grande do Sul e em San Carlos no Uruguai. Antes de vir ao sul, esteve nas Casas dos Açores do Rio de Janeiro, São Paulo.
A visita do dia 14 encerrou com a participação da diretora na abertura da mesa redonda ‘Conversas sobre os Portugueses’, que iniciou às 19 horas no Palácio Cruz e Sousa, com a participação de cerca de cem pessoas. No evento, promovido pelo NEA em parceria com a Fundação Catarinense de Cultura no Museu Histórico de Santa Catarina, o arquiteto Roberto Tonera, falou sobre a consolidação das froneiras do Brasil com a construção do sistema de fortificações no século XVIII. O Professor Doutor João Lupi, Cônsul Honorário de Portugal em Florianópolis, fez uma abordagem antropológica e poética sobre o que identifica em termos comportamentais, o modo de ser português em Portugal e no sul do Brasil. Assuntos como a instalação dos portugueses em Santa Catarina, as vicissitudes de Portugal, a diversidade da emigração para o Brasil e a herança deixada pelo povo português também fizeram parte das discussões.
Continuam abertas no Museu Histórico até o dia 15 de julho as exposições “Os Portugueses na Ilha de Santa Catarina” com fotografias d Joi Cletison e “Fortalezas da Ilha de Santa Catarina” para quem quiser conhecer mais de perto a força dessa herança.
Raquel Wandelli
Assessora de Comunicação da SeCArte/UFSC -
18º AÇOR – Festa da Cultura Açoriana de Santa Catarina. SOMBRIO / SC
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Mesa Redonda comemora o Dia de Portugal
No dia 14 de junho,o Professor Doutor João Lupi e o Arquiteto Roberto Tonera reúnem-se para discutir a chegada dos portugueses em Santa Catarina e a herança deixada por eles.
Povoamento, colonização, construção de um sistema defensivo para a Ilha e período imperial serão alguns dos temas abordados na mesa redonda “Conversas sobre os Portugueses”, que acontece no dia 14 de junho, no auditório do Museu histórico de Santa Catarina. Organizada pelo Núcleo de Estudos Açorianos da Universidade Federal de Santa Catarina, em parceria com a Fundação Catarinense de Cultura, o evento comemora o Dia de Portugal, 10 de junho, que é também dedicado a Camões, expressão máxima da literatura portuguesa. A mesa redonda, gratuita e aberta ao público, começa às 19 horas.
Para compor a mesa redonda foram convidados o professor João Lupi, Cônsul de Portugal em Florianópolis e Professor de Filosofia da UFSC, e o Arquiteto Roberto Tonera, responsável pelos Projetos de Restauração e Conservação das Fortalezas e Fortalezas Multimídia. O encontro ainda contará com a presença de Maria de Graça Castanho, responsável pela Direção Regional das Comunidades do Governo dos Açores. O órgão é responsável pelo acompanhamento histórico da diáspora açoriana e os intercâmbios com as comunidades açorianas espalhadas pelo mundo.
Assuntos como a instalação dos portugueses em Santa Catarina, as vicissitudes de Portugal, a diversidade da emigração para o Brasil e a herança deixada pelo povo português farão parte das discussões da mesa redonda. João Lupi e Roberto Tonera ainda abordarão o tema: “O português que não se vê, mas se ouve e sente”. Maria de Graça Castanho apresentará as novas diretrizes da presidência da Região Autônoma dos Açores e sua atuação junto com as comunidades açorianas da diáspora.
Além da mesa redonda, os participantes poderão apreciar as exposições “Os Portugueses na Ilha de Santa Catarina” e “Fortalezas da Ilha de Santa Catarina”, que também estão montadas no Museu histórico.
Serviço:
Data: 14 de junho
Horário: às 19h
Local: Auditório do Museu histórico de Santa Catarina.
Praça XV de Novembro – Florianópolis – SC
Informações: Joi – 3721.8605 ou 3028.8091Marcela Borges
Estagiária de Jornalismo na Assessoria de Comunicação da SeCArte/UFSC
raquelwandelli@yahoo.com.br, raquelwandelli@reitoria.ufsc.br
(48) 9911-0524 e 3721-9459
www.secarte.ufsc.br -
Exposição – Os Portugueses na Ilha de Santa Catarina. Fotografias de Joi Cletison
Esta Exposição foi montada para marcar a data de 10 de Junho que se comemora o dia de Portugal e também o dia de Camões.
A exposição mostra a presença portuguesa na Ilha de Santa Catarina, é composta de 18 imagens ampliadas em papel fotográfico brilhante que nos mostram vários aspectos que o povoamento português nos legou na arquitetura, na religiosidade, no folclore e no artesanato.
É claro que a cultura deixada pelos lusitanos incorporou outros elementos, mas conserva os traços de sua autenticidade. Para mostrar isto o NEA/UFSC organizou esta exposição de fotografias, onde mostramos a Arquitetura Luso-Brasileira com suas técnicas construtivas, o Artesanato com as belas rendas de bilro, cerâmica utilitária, tapeçaria que fazem parte do saber fazer deixados pelos nossos antepassados. No folclore mostramos as nossas Danças Folclóricas, os ternos de reis e na Religiosidade escolhemos as festas e romarias.
São 18 fotografias coloridas no tamanho 80X100 cm, ampliadas em papel fotográfico brilhante de autoria de Joi Cletison, que atualmente é diretor do Núcleo de Estudos Açorianos da UFSC e que atua como fotógrafo a mais de 25 anos, tem várias dezenas de exposições realizadas no Brasil e no exterior.
Maiores Informações: telefone 48 3028-8090 ou 3721-8605 ou também via e-mail joi@nea.ufsc.br
Veja matéria sobre a exposição: http://www.youtube.com/watch?v=h2MV8pP8yOs&feature=youtu.be
Fotos para divulgação: http://ftp.identidade.ufsc.br/Expo_OsPortugueses.zip
Serviços:
Local: Museu Histórico de Santa Catarina
Período: 10/06 a 10/07/2009
Terça a Sexta das 10 as 18 e Sábados e Domingos das 10 às 16 horas.
Promoção: Universidade Federal de santa Catarina/SECARTE
Secretaria de Estado de Turismo, Cultura e Esportes/FCC
Fundação Catarinense de Cultura
Realização: Núcleo de Estudos Açorianos
Museu Histórico de Santa CatarinaTexto de apresentação da Exposição:
“Nem tudo o que se vê em Florianópolis é português, mas de quase tudo o que é português se vêem e escutam traços e reminiscências na Ilha de Santa Catarina. Um exemplo está nas vivências religiosas: faltam algumas importantes devoções, mas duas das manifestações mais notáveis estão presentes: a Festa do Divino Espírito Santo e a Procissão do Senhor dos Passos. A fotografia de Joi Cletison exprime tão bem a presença portuguesa que parece falar e mover-se, e em poucas imagens evidencia até algumas diferenças: a arquitetura portuguesa comum das fortalezas, igrejas e prédios públicos, e a particularidade dos sinais açorianos, mais sutis, nas rendas, nas danças e nos ofícios manuais, culminando com as notas de atualidade que sobre esse fundo compõem esta pequena sinfonia luso-brasileira.”Profº João Lupi
Cônsul Honorário de Portugal em Florianópolis -
Exposição – CULTO AO ESPÍRITO SANTO
Com certeza a maior herança cultural que os povoadores Açorianos deixaram na religiosidade popular do Estado Catarinense é o Culto ao Divino Espírito Santo. Para nós as Festas do Divino Espírito Santo.
Esta herança é demonstrada através das nossas Festas do Divino onde o sagrado e o profano convivem lado a lado. Nesta mostra apresentamos algumas indumentárias que são utilizadas durante as Festas, também estarão expostas fotografias, alfaias e objetos utilizados nas festas no Arquipélago dos Açores e em Santa Catarina.
Este ano estamos comemorando os 263 anos da chegada dos Açorianos ao Brasil Meridional, especificamente ao estado catarinense. Estas famílias que aqui chegaram trouxeram em sua bagagem uma cultura muito rica que deixaram em nosso estado. Hoje encontramos marcas desta herança cultural no artesanato, culinária, religiosidade, arquitetura, crença e mitos e no nosso jeito de falar e em muitos outros aspectos.
É justamente no artesanato, e neste caso com a cerâmica figurativa, que os artistas populares reproduzem imagens de sua herança cultural. Nesta exposição apresentaremos um cortejo do Divino em miniatura produzidos pelos artesãos Paulo e Osmarina Villalva.
Teremos também na mostra conjuntos de Trajes de Imperadores mirins da cidade de Florianópolis, um Tambor da Folia do Espírito Santo vindo da cidade de Penha e uma Rabeca que também é um instrumento usado nas cantorias do Divino que trouxemos da cidade de Imarui, no litoral sul do estado de Santa Catarina. A Bandeira do Divino Espírito Santo, para nós o maior símbolo desta manifestação, é originária da Cidade de Itajaí também estará exposta. Já a Coroa, o Cetro e a Salva em prata lavrada, são originários da Ilha Terceira/Arquipélago dos Açores. E para completar a mostra estarão expostas fotografias das festas do Espírito Santo em São José, Santo Antônio de Lisboa, Ribeirão da Ilha do Arquipélago Açorianos Terceira, Graciosa e Pico nos Açores.
As Festas do Divino são realizadas no mesmo dia tanto aqui como nos Açores, comemoram o Petencostes (cinqüenta dias após a ressurreição) e este ano acontecem no dia 12 de junho.
Local: Espaço Cultural do Núcleo de Estudos Açorianos/UFSC
Período: 01 de junho a 15 de julho de 2011
Visitação: 2ª a 6ª feiras das 9 às 12 e das 14 às 17 horas
Informações: (48) 3721.8605 ou nea@nea.ufsc.brVeja matéria sobrea exposição: http://www.youtube.com/user/MelloJanine#p/a/u/0/2NW2xJGJyDU
FOTOS PARA DIVULGAÇÂO: http://ftp.identidade.ufsc.br/Expo_Divino_NEA_UFSC.zip
Promoção: Universidade Federal de santa Catarina – Secretaria de Cultura e Arte
Governo do Açores/Direção Regional das ComunidadesRealização: Núcleo de Estudos Açorianos da UFSC
Apoio: Agecom – Agencia de Comunicação da UFSC
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Exposição fotográfica Imagens dos Açores
A Casa da Cultura de Sombrio abre na quarta-feira, 6 de abril, a . O evento é uma comemoração do aniversário da Casa da Cultura. Na abertura, haverá uma apresentação do Grupo Folclórico Açor Sul, com danças originárias do Arquipélago dos Açores (Portugal).
Imagens dos Açores com Fotografias de Joi Cletison é uma exposição composta por 30 imagens ampliadas (tamanho 40X50cm) em papel fotográfico em cores. Os retratos, feitos no arquipélago dos Açores, mostram arquitetura, festas populares, costumes tradicionais, as freguesias rurais, artesanato, o folclore e também as belezas naturais do arquipélago.
Como proposta, a Exposição mostra aos descendentes de Açorianos que moram em Santa Catarina as semelhanças encontradas entre a vida nos Açores e o cotidiano dos moradores do litoral catarinense.
O evento é o primeiro de uma série que o Núcleo da UFSC (NEA) realizará em Sombrio, e será uma preparação para 18º AÇOR Festa da Cultura Açoriana de Santa Catarina. O 18º AÇOR é uma parceria entre a Prefeitura Municipal de Sombrio e a UFSC que ocorrerá de 23 a 25 de setembro de 2011.
SERVIÇOS:
Abertura: 6 de abril de 2010, às 19h
Local: Casa da Cultura de Sombrio – Centro
Período: 7 a 29 de abril de 2011
(segunda à sexta-feira das 13h30 às 22h)
Realização: Casa da Cultura de Sombrio / NEA – UFSC
Mais informações: (48) 3533-1958 com Clair ou 3721-8605 / joi@nea.ufsc.brJoi Cletison Alves, natural do estado de Santa Catarina/Brasil, é historiador e especialista em história de Santa Catarina. Atualmente exerce a função de Diretor do Núcleo de Estudos Açorianos da UFSC. Atuou na direção do Departamento Artístico Cultural da UFSC onde implantou a Galeria de Arte desta Universidade, também dirigiu várias Instituições culturais no Estado de Santa Catarina. Atua como fotógrafo há mais de 30 anos com dezenas de exposições realizadas no Brasil e outros países.
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Açorianidades dispersas: o Sentir Açores na Ilha de Santa Catarina
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Diretor do Núcleo de Estudos Açorianos recebe medalha Francisco Dias Velho
O trabalho de quase 30 anos do historiador e fotógrafo Joi Cletison Alves à frente de órgãos da Universidade Federal de Santa Catarina que promovem valorização da cultura local foi reconhecido pela Câmara Municipal de Florianópolis. Na sessão solene em comemoração aos 285 anos da cidade, Joi recebeu da Câmara a medalha de Mérito Francisco Dias Velho. A distinção foi concedida a um total de 14 cidadãos florianopolitanos que “mais notável contribuição deram à comunidade, ao estado e ao País, nas artes, letras e ciências”. Coordenador do Núcleo de Estudos Açorianos da Secretaria de Cultura e Arte da UFSC, Joi lembra que a distinção fortalece o investimento da universidade para que a cultura açoriana continue viva entre a gente catarinense.
A solenidade foi realizada nesta quarta-feira, 23 de março, às 20 horas, no Auditório do Pleno, no Tribunal de Justiça de Santa Catarina. Joi recebeu a Medalha Francisco Dias Velho ao lado do ex-reitor da UFSC Antônio Diomário Queiroz e outras personalidades, como Jorge Mussi, Péricles Prade, Andrino Oliveira e Renato Turnês. Especialista em história de Santa Catarina, Joi participou da criação e implantação do Departamento Artístico Cultural da UFSC, em 1984, e hoje, além do NEA, coordena os projetos Fortalezas da Ilha de Santa Catarina, que atua na preservação do patrimônio arquitetônico e paisagístico das fortificações, e o Saber Fazer, que promove a capacitação de pessoas que vivem do artesanato de base açoriana, todos projetos integrantes da Secretaria de Cultura e Arte da universidade.
Como coordenador do NEA, o historiador idealizou e ajudou a consolidar a Festa da Cultura Açoriana de Santa Catarina, realizada desde 1997, e o Troféu Açorianidade. Publicou ainda o Mapeamento da Cultura de Base Açoriana no Estado de Santa Catarina, criando um importante Sistema de dados sobre a distribuição desses focos de imigração, em 2004. Assumiu também uma atuação decisiva na aproximação cultural e histórica entre Santa Catarina e Açores, coordenando o Intercâmbio Cultural Folclórico Açores/Brasil 1999 e 2010 e o 6º Seminário de Cidades Fortificadas Brasil, Portugal e Argentina, em 2010.
Na mesma cerimônia, outros 12 cidadãos receberam a Medalha de Mérito Municipal, concedida aqueles que, por serviços relevantes, tiveram concorrido de qualquer forma para o engrandecimento do Município e mais oito serão agraciados com o título de Cidadão Honorário, concedido às pessoas ou entidades não florianopolitas que reconhecidamente tenham prestado serviços relevantes ao Município, Estado, União e humanidade.
Por Raquel Wandelli / Assessora de comunicação da SeCArte/UFSC
e
Fones: e 99110524
www.secarte.ufsc.br e www.ufsc.br











