25º AÇOR – Festa da Cultura Açoriana de Santa Catarina em Porto Belo

14/11/2018 14:26

Apresentações de danças folclóricas, música, artesanato, religiosidade e gastronomia terá lugar 16 a 18 de novembro na cidade de Porto Belo. 

De 16 a 18 de novembro, a cidade de Porto Belo, litoral norte catarinense, será o palco das manifestações culturais e folclóricas mais representativas da Cultura de Base Açoriana do nosso Estado. Às 19h00 de sexta-feira (16/11), no Pavilhão montado na Praça da Figueira, inicia-se o 25º Açor, a maior Festa da Cultura Açoriana do Brasil. Durante os três dias de festa ,  reuniremos uma mostra do que há de mais autêntico da cultura açoriana no folclore, artesanato, gastronomia e religiosidade. A entrada é franca.

O 25º AÇOR é uma promoção da Universidade Federal de Santa Catarina, por meio da Secretaria de Cultura e Arte, e da Prefeitura Municipal de Porto Belo, contando com apoio do Governo dos Açores, da SANTUR/SA. A Festa da Cultura Açoriana de Santa Catarina acontece a cada ano em uma cidade diferente do litoral catarinense. A sede do evento é escolhida pelo Conselho Deliberativo do Núcleo de Estudos Açorianos da UFSC, NEA/UFSC é o realizador do evento.

Neste ano, mais de 58 apresentações folclóricas constam da programação da festa, que pode ser conferida no site www.nea.ufsc.br. Destacamos a uma área com 43 Estandes Culturais apresentando o artesanato regional de influência açoriana dos municípios litorâneos. Nesse espaço, artesões vão produzir ao vivo e comercializar suas peças. E 19 estandes das Escolas do Município de Porto Belo, que apresentarão os temas desenvolvidos durante o ano letivo de 2018.

No sábado, dia 17, às 10h00, teremos os desfile etnográfico dos grupos folclóricos que participam do 25º AÇOR, e das Delegações representantes dos Municípios presentes no vento, acontecerá na Avenida Governador Celso Ramos e Praça da Figueira, no centro da cidade de Porto Belo.

No domingo, às 9h30min., na Igreja Senhor dos Passo, de Porto Belo, acontece a esperada Missa com o Encontro das Bandeiras e Foliões do Divino Espírito Santo. Estão confirmadas várias cantorias (folias) e 21 bandeiras do Divino Espírito Santo de vários municípios. As apresentações folclóricas iniciam às 12 horas do sábado e do domingo no pavilhão do evento.

O AÇOR, que já foi realizado nas cidades de, Imaruí, Imbituba, Penha, Içara, Porto Belo, Garopaba, São José, Araquari, Tijucas, São Francisco do Sul, Barra Velha, Laguna, Governador Celso Ramos, Itajaí, Palhoça, Sombrio, Florianópolis, Bombinhas, Itajaí e Palhoça, é uma Festa itinerante. O Núcleo de Estudos Açorianos da UFSC não perde de vista um de seus grandes objetivos ao criar a festa: “Queremos em breve ter no litoral de Santa Catarina um corredor turístico-cultural com várias festas apresentando a nossas raízes e, principalmente, a cultura popular”, relembra Francisco do Vale Pereira, Coordenador do NEA/UFSC. Atualmente o NEA atua em 46 municípios do litoral de Santa Catarina, promovendo palestras, cursos, exposições e desenvolvimento de pesquisas que buscam preservar e divulgar a cultura açoriana.

 

PROMOÇÃO

Universidade Federal de Santa Catarina (Secretaria de Cultura da UFSC)

Prefeitura Municipal de Itajaí

 

REALIZAÇÃO

Núcleo de Estudos Açorianos da UFSC (NEA)

Conselho Deliberativo do NEA

Fundação da Cultura de Porto Belo

 

APOIO CULTURAL

Direção Regional das Comunidades/Governo dos Açores

SANTUR/SA

 

MAIS INFORMAÇÕES:

Núcleo de Estudos Açorianos/UFSC (48) 3721.8605
DATA:

16 a 18 de novembro de 2018

LOCAL:
Praça da Figueira – Centro | Porto Belo/SC

CRONOGRAMA DO EVENTO

APRESENTAÇÕES CULTURAIS 25º AÇOR

 

Exposição: Brincadeiras e Brinquedos

27/09/2018 08:50

 

A exposição intitulada “Brinquedos e Brincadeiras” está disponível no Espaço Cultural do Núcleo de Estudos Açorianos no campus do bairro Trindade, localizado na Universidade Federal de Santa Catarina.
A exposição é composta por pinturas, usando a técnica de acrílico sobre Eucatex, cheias de cores e detalhes, retratando crianças participando de várias brincadeiras que fizeram parte da infância de muitas pessoas. Algumas dessas brincadeiras e brinquedos ainda resistem no imaginário e no cotidiano de crianças diante das diversas mudanças e modernizações da sociedade. As obras fazem parte do acervo de Mariângela Leite.
O artista que produziu as obras é o desenhista, escultor, gravador, cenógrafo, professor, ator, Plínio Verani Júnior. O artista plástico catarinense é formado pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná, é Pós-graduado em Arte-Educação, e foi professor por mais de uma década no Centro de Artes – CEART, da UDESC.
Sua preferência pela cultura popular é evidente a partir das suas obras. Atualmente, Plínio Verani é mais conhecido pelas suas obras de esculturas, como a que está localizada no município de São José – o Memorial da Colonização Açoriana – inaugurado no ano de 2000, durante as comemorações dos 250 anos de fundação do município.
As dezenas de obras produzidas por Plínio estão espalhadas por diversas cidades do estado de Santa Catarina e país afora. Seus trabalhos foram encomendados pela Casa Civil do Governo Federal, em Brasília, pelo Governo do estado do Amazonas, e por alguns órgãos públicos do estado de Santa Catarina.

Para mais informações: (48) 3721-8605 ou boletimnea@gmail.com

Local: Espaço Cultural do Núcleo de Estudos Açorianos
Universidade Federal de Santa Catarina
Florianópolis – SC – Brasil

Período: 25 de setembro a 23 de novembro de 2018
Segunda a sexta feira das 9h às 12h e das 14h às 17h

Exposição: AÇORES Fotografias de Joi Cletison e objetos do acervo do NEA

13/04/2018 15:28

A exposição do Espaço Cultual do NEA, intitulada Açores, foi organizada para recepcionar o Dr. Vasco Cordeiro Alves, Presidente da Região autônoma dos Açores, que estará em visita oficial a UFSC no dia 19 de abril próximo.

A exposição “Açores” é composta por imagens de Joi Cletison, ampliadas tamanho 80X100cm. Estas imagens foram feitas em várias ilhas do Arquipélago dos Açores, mostram arquitetura, festas populares, costumes tradicionais, e as belezas naturais do arquipélago. Na exposição poderemos ver imagens das Ilhas do Pico, São Jorge, Terceira, Graciosa, Faial, São Miguel e Corvo. Também faz parte desta mostra diversos objetos do Acervo do Núcleo de Estudos Açorianos como: viola de dois corações, Coroa do Espírito Santo, rabeca, trajes folclóricos e muito mais.
A exposição também integra as comemorações dos 270 anos da chegada dos emigrantes açorianos para povoar o Sul do Brasil (1748 a 1756), especificamente o Estado de Santa Catarina. No ano de 2018 acontecerão diversas comemorações aqui no litoral catarinense, e também no Arquipélago dos Açores, abordando a Cultura Açoriana.
A Assembleia Legislativa de Santa Catarina instituiu que 2018 será o “Ano da Cultura Açoriana” no Estado Catarinense. Diversas prefeituras de cidades litorâneas de Santa Catarina decretaram, em seus municípios, por meio das Câmaras Municipais, que 2018 é o “Ano da Cultura Açoriana”.

 

INFORMAÇÕES:
Telefone (48) 3721.8605 ou via e-mail: joicletison@gmail.com

SERVIÇOS:
Local: Espaço Cultural do NEA
Núcleo de Estudos Açorianos
Universidade Federal de anta Catarina
Florianópolis – SC- Brasil
Período: 17 de abril a 25 de maio de 2018
Segunda a sexta feira das 9 as 12 e das 14 as 17 horas
Promoção: Universidade Federal de santa Catarina
Núcleo de Estudos Açorianos
Secretaria de Cultura e Arte
Apoio Cultural: Governo Autônomo dos Açores
Realização: Núcleo de Estudos Açorianos

EXPOSIÇÃO O CARNAVAL NA ILHA TERCEIRA – Um Festival de Teatro Popular Fotografias de Joi Cletison

16/02/2018 12:22

A mostra fotográfica é comemorativa aos 270 anos do povoamento açoriano em Santa Catarina que comemoramos no ano 2018. Foi um grande projeto da Coroa Portuguesa de transferência em massa de gente do arquipélago dos Açores para ocupar o Brasil Meridional, os primeiros imigrantes chegaram a Ilha de Santa Catarina, vila de Nossa Senhora Desterro em 06 de janeiro der 1748, após terem realizado uma viagem de quase três meses embarcados.

Esta exposição é o resultado de uma maratona de fotográfica chamada “Gestos e Gente no Carnaval Terceirense” que aconteceu no carnaval dos Açores e foi organizado pela Presidência do Governo Regional dos Açores através da Direcção Regional das Comunidades. A proposta era fotografar o carnaval da Ilha Terceira nos Açores, que é uma coisa atípica. Convidaram para participar deste projeto fotógrafos do Brasil, Canadá e EUA onde encontramos imigração açoriana muito forte. Do Brasil foram fotógrafos do Rio de Janeiro, do Rio Grande do Sul e o terceiro foi Joi Cletison representando Santa Catarina.
A proposta foi fotografar durante os quatro dias de carnaval os “Bailinhos” que acontecem somente na Ilha Terceira nos Açores. Na Ilha Terceira temos duas cidades Angra do Heroísmo e Praia da Victoria.

O que são os bailinhos? Cada freguesia (bairro) organiza o seu próprio grupo que compõe uma música (letra e arranjos), montam uma coreografia, criam um figurino próprio e depois ensaiam. Nas noites de carnaval se apresentam em sua localidade e depois percorrem as diversas comunidades da Ilha fazendo apresentações.
O fotógrafo Joi Cletison viveu intensamente esta experiência nos quatro dias de carnaval de 2006, fotografando tarde, noite e nas madrugadas de sábado a terça feira de carnaval, tem mais de 900 imagens deste grande festival. Para Joi é impressionante em todos os aspectos “funciona perfeitamente sem que ninguém seja responsável pela organização sai um Grupo e entra outro, o público é fiel permanece ali o tempo todo mantendo os teatros lotados.

Cada grupo cuida do tema, letra, música, figurino, transporte e recursos financeiros para montagem. A comunidade oferece apenas o espaço para apresentação e um lanche depois da apresentação. Cada grupo chega a fazer 8 apresentações durante a noite em locais diferentes. Usam como tema os acontecimentos corriqueiros do dia a dia como a política e outros”.

A apresentação da exposição é do escritor e poeta açoriano Álamo de Oliveira. Que já compôs diversas marchas para este carnaval e também foi responsável por várias montagens teatrais e diversos bailinhos de carnaval.

 
Local: Espaço Cultural do NEA
Núcleo de Estudos Açorianos
Universidade Federal de Santa Catarina
Período: 05/02 a 30/03/2018
Visitação: Segunda a sexta feira das 9 as 12 e das 14 às 17 horas

MAIS INFORMAÇÕES: (48)3721.8605, (48) 99982.8938
E mail joicletison@gmail.com
Promoção da exposição:
Universidade Federal de Santa Catarina – SECARTE
Governo Regional dos Açores – DRC
Realização:
Núcleo de Estudos Açorianos da UFSC

24º Festa da Cultura Açoriana de Santa Catarina

30/10/2017 16:57

Troféu Açorianidade 2017.

Conselho Deliberativo do Núcleo de Estudos Açorianos da Universidade Federal de Santa Catarina instituiu, em 1996, o Troféu Açorianidade com objetivo de reconhecer e valorizar o trabalho de Instituições, Pessoas e Empresas, em prol da Cultura de Base Açoriana do estado de Santa Catarina.

A escolha de pessoas, profissionais, empresas e instituições que receberão os troféus é feita anualmente pelo Conselho Deliberativo do Núcleo de Estudos Açorianos. Este Conselho é formado por 62 representantes das Prefeituras Municipais do litoral catarinense, Universidades Regionais, Fundações e Associações Culturais, Grupos Folclóricos, que atuam no litoral catarinense. Os componentes do Conselho Deliberativo têm o direito de fazer as indicações e posteriormente participarem da eleição dos agraciados.

A criação do protótipo do Troféu Açorianidade foi feita através de concurso público realizado em 1996, aberto a todo Estado de Santa Catarina sendo vencedor o Artista Plástico João Aurino Dias “Dão”. Nesta obra podemos ver a presença da religiosidade através da Bandeira e Pomba do Divino Espírito Santo, notamos a presença de um bote baleeiro, embarcações trazidas pelos açorianos e no verso deste troféu têm o registro de movimentos da dança folclórica açoriana.

Os nomes destes troféus fazem menção às nove ilhas do Arquipélago Açoriano. A Ilha de Santa Catarina empresta o nome ao décimo troféu, que acreditamos ser a décima Ilha do arquipélago Açoriano.

Assim, convidamos vocês para participarem desse momento de congraçamento com as pessoas e instituições agraciadas com o Troféu Açorianidade 2017.

Anexo o convite: convite 24 açor

 

 

Exposição fotográfica: JANELAS

29/09/2017 10:21

Exposição fotográfica: JANELAS

A poesia das janelas, da Ilha de Santa Catarina (Brasil), Arquipélago dos Açores e Portugal Continental.

Exposição mostra arquitetura e a poesia das janelas de origem Portuguesa.

Cada Imagem traz uma mensagem diferente: a leveza, a paixão, a imponência, a sobriedade, a ternura, a simplicidade, a angústia e muitos outros significados que o espectador poderá encontrar nas aberturas das Janelas. Diretor do Núcleo Açoriano/UFSC, Joi Cletison pretende oferecer, através das janelas, um paralelo arquitetônico e artístico entre esses povos de cultura açoriana.
As 15 fotografias no tamanho de 1,10m X 1,60m ampliadas em cores sob tecido, permitem que as imagens das janelas possam ser vistas do lado interno e externo, rococós, contornos, entalhes, grades, cortinas, sacadas e floreiras. Combinações de cores inusitadas, formatos característicos de diferentes épocas e de diferentes status sociais convidam ao devaneio e ao percurso histórico. “A visão dos dois ângulos dá a possibilidade de o espectador observar a janela e sentir-se dentro do espaço onde ela está inserida”, explica o fotógrafo e historiador.
“O resto da cultura tradicional e do olhar doméstico que sobrevive à modernidade ainda se debruça sobre as janelas das metrópoles”, foi o que ensinou o poeta e jornalista João do Rio. Durante mais de 10 anos, o fotógrafo Joi Cletison espiou pelas janelas da Ilha de Santa Catarina, do Arquipélago do Açores e de Portugal Continental as semelhanças na arquitetura, na vida e nos costumes culturais das gentes. O resultado dessa expiração poética e antropológica será apresentado na exposição fotográfica “Janelas”, abre no dia 04 de outubro na Galeria Arco 8, na cidade de Ponta Delgada no Arquipélago dos Açores.
Nesta ida aos Açores a proposta de Joi Cletison é realizar a exposição e doar todas as obras para uma Instituição de caridade que atenda idosos, as obras serão leiloadas ou vendidas por esta instituição e os recursos aplicados em ações que beneficiem esta gente que sempre precisa muito de ajuda, independente de que pais estejam.
A realização da exposição “Janelas” e doação de todas as obras expostas conta com o apoio fundamental da Direção Regional das Comunidades, Governo do Açores, pois foi aprovada no Projeto Candidaturas/2017 que apoiou parte das passagens até os Açores.
Escolhi a Santa Casa das Misericórdias de Ponta Delgada para receber a doação das obras, pois a exposição será realizada na cidade de Ponta Delgada/Ilha de São Miguel nos Açores e nada mais justo que deixar as obras para uma instituição da cidade que acolheu a exposição “Janelas”. No Brasil uma obra destas pode ser vendida por duzentos Euros ou mais, mas creio que se tratando de uma ação dessas a instituição poderá até vender por um valor um pouco maior, pois temos agregado no valor a questão social. As totalidades dos recursos serão da Instituição escolhida para este fim, eu como fotografo estarei muito recompensado em saber que as minhas obras estão ajudando alguém.
Agradeço especialmente ao Pedro Bento, Diretor da Galeria Arco 8, por prontamente ter aceito a proposta de realizar a exposição, que será totalmente doada a Santa Casa das Misericórdias. Outro agradecimento especial é a Direcção Regional das Comunidades do Governo dos Açores que esta apoiando esta realização através do Projeto Candidaturas.

SERVIÇO:
Exposição: JANELAS
Fotógrafo: Joi Cletison
Abertura: 04/10/2017 as 21 horas
Período: 04 a 13 de outubro de 2017
Local: Galeria Arco 8
Rua: Engenheiro Abel Ferin Coutinho
Ponta Delgada – Açores – Portugal

PROMOÇÃO:
Galeria Arco 8
Direcção Regional das Comunidades
Governo do Açores

APOIO CULTURAL:
Universidade Federal de Santa Catarina/UFSC
Núcleo de Estudos Açorianos/UFSC
Santa Casa das Misericórdias de Ponta Delgada

Informações:
(Brasil) 55 48 99982.8938/ joicletison@gmail.com
(Ponta Delgada/Açores) 296 284 103, galeriabararco8@gmail.com
(Ponta Delgada/Açores) 296 287 415 scmpd.sec@gmail.com

Exposição AÇORES Fotografias: Joi Cletison

19/09/2017 09:09

 

 

A exposição fotográfica ”Açores” é composta de 17 imagens ampliadas tamanho
80X100cm estas imagens foram feitas em várias ilhas do arquipélago dos Açores,
mostram arquitetura, festas populares, costumes tradicionais, e também as belezas
naturais do arquipélago. Na exposição poderemos ver imagens das ilhas do Pico, São
Jorge, Terceira, Graciosa, Faial, São Miguel e Corvo.
A exposição foi montada para comemorar os 260 anos da chegada dos
emigrantes açorianos para povoar o sul do Brasil, especificamente o Estado de Santa
Catarina. Desta vez estaremos mostrando um pouco do Arquipélago dos Açores para os
muitos descendentes de açorianos que residem no estado de Santa Catarina.
São 17 fotografias coloridas no tamanho 80X100 cm, impressos em lona de
autoria de Joi Cletison que atua como fotógrafo a mais de 25 anos, tem várias dezenas
de exposições realizadas no Brasil e no exterior.
A proposta da exposição é percorrer as diversas cidades do litoral do nosso
estado que foram povoadas por emigrantes açorianos e ainda matem vários costumes e
tradições que herdaram dos seus antepassados.

 

Fotografias: Joi Cletison

Fotografias: Joi Cletison

 

Maiores Informações:
CCEVen com Andrea(48) 3721.8717 ou via email joicletison@gmail.com

SERVIÇOS:
Local: Centro de Cultura e Eventos da UFSC – Praça de alimentação
Período: 19 de setembro a 12 de novembro de 2017.
Promoção: Universidade Federal de Santa Catarina
Secretaria de Cultura da UFSC

Realização: Departamento de Cultura e Eventos e NEA/UFSC
Apoio Cultural: Governo dos Açores
Texto de apresentação da exposição:
A proposta desta exposição é viajarmos pelo Arquipélago dos Açores através da visão
panorâmica e fotográfica de Joi Cletison. Usando o seu afinado e seleto olhar ele nos apresenta
aspectos dos Açores e dos Açorianos, desde a paisagem, o cotidiano, a arquitetura, as tradições, a
brincadeira com o touro, a religiosidade, o culto ao Divino Espírito Santo, em momentos cristalizados
nestas fotografias.
O Arquipélago dos Açores é formado por nove ilhas de formação vulcânica (Santa Maria, São
Miguel, Terceira, Faial, Pico, São Jorge, Flores, Graciosa e Corvo) e está localizado no atlântico
norte a uma distância aproximada de 1.600 km do continente europeu.
Conhecendo um pouco das Ilhas Atlânticas, certamente que nos reconheceremos açorianos
no nosso Litoral Catarinense e na nossa Ilha de Santa Catarina.

Francisco do Vale Pereira
Historiador/NEA/UFSC

Exposição “No tempo do Divino” é aberta no Núcleo de Estudos Açorianos da UFSC.

19/07/2017 14:48

 

 

Os personagens da tradição da Festa do Divino foram produzidos por alunos da Escola de Oleiros Joaquim Antonio de Medeiros, do município de São José.

 

A exposição “No tempo do Divino” está aberta para visitação no hall de entrada do Núcleo de Estudos Açorianos da Universidade Federal de Santa Catarina. A exposição ficará à disposição dos visitantes de segunda a sexta feira das 09:00 as 12:00 e das 14:00 as 17:00 até o dia 18 de agosto.

Com a orientação dos professores, os alunos produziram 25 peças de cerâmica em três meses. Todas foram feitas, secas e queimadas no forno. Entre as obras de arte estão à pajem e o personagem de peditório, que carregam a coroa e o esplendor; as quatro portas bandeiras; a pomba do Divino; o cortejo; o imperador e a imperatriz; a coroa, o cetro e o esplendor do Divino; a representação de um altar com bíblia e castiçais com velas.

A exposição ganhou o nome “No tempo do Divino” por ter sido construída em três tempos: o passado, com o acervo fotográfico do Museu Histórico de São José das festas realizadas no município; o presente, que são os alunos produzindo as peças do cortejo; e o futuro, que é a celebração da Festa do Divino Espírito Santo, que estão acontecendo no estado de Santa Catarina de maio a setembro.

 

Redação: Viviana Ramos – Ascom PMSJ

 

Local: Núcleo de Estudos Açorianos- UFSC
Tempo de exposição: 13/07 até 18/08

Por: Joaquim Antonio Medeiros, Escola Oleiros.

PARA AS ONDAS DO MAR, TEU MAL SERÁ LEVADO: A FÉ E A TRADIÇÃO DAS BENZEDEIRAS EM FLORIANÓPOLIS Por Carol Gómez

09/05/2017 16:22

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“É na Barra da Lagoa, em um quartinho de paredes claras com cortina na pequena janela, que Dona Sueli, de 66 anos, faz a sua benzedura. Na mesinha que fica em um dos cantos, estão dispostas imagens de santos que a benzedeira ganhou de pessoas que a visitaram. Quem olha a mesa também vê uma pequena cruz de madeira e uma foto em preto e branco de Tia Benta, antiga benzedeira da Barra da Lagoa. Além da mesinha, estão dispostas três cadeiras, uma foto de Chico Xavier e um retrato de Jesus Cristo.  “.
Parte da reportagem feita pela estudante de jornalismo da UFSC, Carol Gómez, sobre a tradição das rendeiras de Florianópolis.
Publicação feita no jornal Maruim, pode ser acessada clicando aqui.