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Núcleo de Estudos Açorianos participa do Congresso Internacional de Festas do Divino Espírito Santo com palestra e exibição de documentário sobre a tradição
Portugal, Açores, Brasil, Uruguai, Estados Unidos e Canadá. Em todos esses lugares povoados por açorianos ou por ondecaminhou a diáspora açoriana, junho é mês de celebração do culto ao Divino Espírito Santo. Mas fora de Portugal, em nenhum outro lugar do mundo essa festa pagã e religiosa é tão ricae intensamente cultuada quantoem Santa Catarina. Paramostrar aos outros países de colonização açoriana como essa celebração se perpetua no litoralcatarinense, o Núcleo de Estudos Açorianos da Secretaria de Cultura da UFSC participa do VI Congresso Internacional das Festas do Espírito Santo com uma palestra e a exibição de um documentário sobre a práticado ritual. O congresso ocorre em Angra do Heroísmo, na Ilha Terceira, nos Açores, de31 a2 de junho de 2012.
Do peditório e das novenas, à coroação do plebeu e aos cortejos, a Festa do Divino Espírito Santo é a expressão mais viva do misticismo cultural açoriano, onde o sagrado e o profano se encontram e onde as classes sociais se igualam por pelo menos três dias. Criado pelo próprio NEA, em Florianópolis, no ano de 1999, o Congresso Internacional das Festas do Espírito Santo foram realizados na seqüência em Açores;em Porto Alegre, no Brasil e na Califórnia, nos Estados Unidos, com uma periodicidade bianual e deve retornar a Florianópolis dentro de dois anos.
No congresso, o historiador e coordenador do NEA, Joi Cletison, falará sobre a experiência do Núcleo na recuperação da memória das Festas do Espírito Santo na cidade de Sombrio a partir da promoção da 18º Festa da Cultura Açoriana de Santa Catarina (Açor), em outubro de 2011. Como atividades preparatórias para a realização do Açor, o NEA promoveu palestras, encontros e debates em todas as escolas do município de Sombrio, motivando a comunidade para a preservação e valorização da herança açoriana. A partir daí, os alunos da Escola Municipal Nadir Bratti recuperaram junto a seus pais e avós a memória da Festa do Divino Espírito Santo, que não era mais realizada desde a década de 60. “Através desse trabalho, conseguimos rearticular um grupo de Folia do Divino, com a promessa de que a festa voltará a ser realizada no próximo ano”, conta Cletison. O resultado final será mostrado na palestra: um conjunto decartilhas individuais ilustradas pelos estudantes relatando a história coletada com os antepassados.
Já na cidade de Garopaba, também no litoral catarinense, a comunidade do Morro da Encantada realiza a novena para o Divino Espírito Santo há dezenas de ano dentro de um engenho de fabricar farinha de mandioca. Essa experiência religiosa e cultural cercada de mistérios será apresentada pela estudante de sociologia da UFSC e de Nutrição da Unisul Jeovana Tatiana Kviatkoski. Tatiana também vai representar Santa Catarina no evento com a exibição do documentário “Sancti Spiritus in vias Encantadas”, de 18 minutos, que ela dirigiu para o NEA, com participação de Cletison na pesquisa. “Durante a condução do ritual, o rezador usa termos de um português arcaico e reza vários trechos em latim”, relata Tatiana, pesquisadora entusiasta dessa manifestação e autora de diversos outros documentários sobre a cultura açoriana.
Para as comunidades açorianas mais tradicionais, a Festa do Divino é um acontecimento religioso tão ou mais importante que o próprio Natal. O vídeo mostra os objetos utilizados pelos festeiros durante as celebrações e os cortejos, como as alfaias que cobrem a imagem do Espírito Santo, a coroa, o cetro, a salva, a bandeira, bordões, velas, estandartes, além dos instrumentos musicais, como o tambor e a rabeca, usados nascantorias do Divino. Tantoem Santa Catarinaquanto nos Açores, as festas são realizadas no mês de junho, em comemoração ao Petencostes (cinqüenta dias após a ressurreição).
A riqueza da indumentária, dos trajes de imperadores-mirins, e a ostentação da Bandeira do Divino Espírito Santo, o maior símbolo da manifestação, expressam bem a importância simbólicadessa cerimônia, que dura 50 dias, incluindo os rituais preparatórios e três dias de festa propriamente dita. Tudo inicia com as novenas preparatórias, o peditório da passagem decasa emcasa das comunidades e irmandadescarregando a imagem do Espírito Santo. O ritual prossegue com os cortejos,cantorias, missas, os leilões de prendas arrecadadas, bailes, folias e comilanças até a coroação do plebeu e a eleição do festeiro para organizar o evento do ano seguinte.
ORIGEM HISTÓRICA
Criada pelo abade Joaquim de Fiori, a Teoria do Espírito Santo, que deu origem a esse ritual, foi introduzido no século XII, na Itália. Como a celebração fracassou em sua terra natal, o religioso a trouxe para Portugal. O ritual herdado dos açorianos passou por muitas atualizações, como a cobrança dos pratos e quitutes produzidos pela comunidade em favor da Igreja. “Em Açores, toda a comida arrecadada continua sendo distribuída graciosamente como símbolo de celebração e partilha do alimento”, diz Cletison.
No arquipélago dos Açores, as esculturas comestíveis de partes do corpo (mãos, pés, braços, cabeça, coração) que são oferecidas pelos beneficiados de uma graça divina em gesto de retribuição são moldadas em alfenim, uma mistura doce feita de açúcar, trigo e limão. Já no litoral catarinense, os moldes ganham corpo em massa sovada de pão.
Tanto lá quanto cá permanecem elementos marcantes, como a coroação do plebeu, o ponto alto da festa, quando um religioso transfere para alguém da comunidade a coroa, pela qual recebe o poder real e divino de mediar o destino do seu povo. O gesto significa que a comunidade não precisará de um monge nem de um sacerdote para guiá-la, pois as hierarquias foram suspensas e todos estão em condições de igualdade em um momento de conflito bélico, por exemplo, o que lembra muito os rituais pagãos do Carnaval.
Raquel Wandelli
Jornalista na Secretaria de Cultura da UFSC (SeCult)
99110524 e 37219459 -
19º AÇOR – São Francisco do Sul – 2012
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O Mastro de São Sebastião – Mostra fotográfica
A mostra fotográfica faz parte das manifestações culturais que acontecem no mundo todo, em alusão ao dia de Portugal, 10 de junho.
A exposição “O Mastro de São Sebastião” mostra detalhes da tradição como era cantada por “Seu Beju”, um dos maiores cantadores e repentistas do litoral catarinense, que nos deixou recentemente
O Núcleo de Estudos Açorianos (NEA) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) inaugura no próximo dia 14, segunda-feira, a exposição fotográfica“O Mastro de São Sebastião”, de Joi Cletison, no Espaço Cultural do NEA. Gratuita, a visitação ocorre de segunda a sexta-feira das 9h às 12h e das 14h às 17 horas, e vai até 29 de junho.
Trazido no século XVIII à cidade de Penha, litoral norte do Estado de Santa Catarina, o ritual do mastro de São Sebastião é uma herança portuguesa. O Grupo Folclórico Armação do Itapocorói mantém a tradição até os dias atuais, encenando-a sempre no mês de janeiro, conforme documentou o fotógrafo Cletison, que é também coordenador do NEA. Em seu registro, Cletison mostra todos os passos dessa prática cultural, desde a busca do tronco de árvores até a oração final.
O RITUAL
Um tronco de árvore é enfeitado pelas mulheres, com ramos, folhas verdes e flores. Os homens ocarregam aos ombros e levam em cortejo pela povoação, até a frente da igreja ou praça, onde cravam o mastro no chão. Fincado o mastro, içam a bandeira com a imagem de São Sebastião para que o povo reze, andando ao seu redor ou dançandoem roda. Batempalmas, aplaudem,cantam e fazem suas preces e promessas ao santo. Quando a reza comum termina, algumas mulheres ficam orando junto ao mastro, segurando as ramagens.
O povo percebe a festa como uma cerimônia tradicional cristã, em que elementos naturais, como as flores e o símbolo fálico tornam-se religiosos e sagrados pela presença de São Sebastião. No entanto, a celebração tem um aspecto claramente pagão e pré-histórico, como um ritual de fertilidade: as mulheres retiram flores e folhas do tronco, riem e contam piadas alusivas a sexo. Afirmam que uma flor retirada do mastro garante um bomcasamento.
SERVIÇO:
Quando: 14 de maio a 29 de junho de 2012, de segunda a sábado das 9h às 12h e das 14h às 17h
Local: Espaço Cultural do NEA/UFSC
Informações: (48) 3721.8605 ou nea@nea.ufsc.br
Fotografias para divulgação: http://ftp.identidade.ufsc.br/Exposicao_MastroSaoSebastiao_FotosJoiCletison.zip
Promoção:
UFSC/Secretaria de Cultura e Arte
Realização:
Núcleo de Estudos Açorianos
Apoio:
Direcção das Comunidades/ Governo dos AçoresAgecom
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Curso de Dança Folclórica Açoriana
Objetivo: Capacitar professores da rede pública ou privada e coordenadores de grupos folclóricos e agendes culturais com técnicas, coreografias e passos da danças folclóricas açorianas. Com este curso pretendemos também qualificar os grupos existentes e formar novos grupos de danças do Folclore Açoriano no litoral do Estado de Santa Catarina.
O Núcleo de Estudos Açorianos da UFSC tem recebido inúmeras solicitações do litoral do Estado para realizar um curso específico de Dança Folclóricas Açorianas e para atender esta grande clientela convidamos a coreógrafa do Grupo Mixtura de Bombinhas para ministrar este curso.
O Curso de Danças terá a duração de 40 horas e será realizado sempre aos sábados das 9 às 12 e das 13 às 18 horas. Terá direito ao certificado de conclusão do curso expedido pela Universidade Federal de Santa Catarina quem cumprir a carga horária de 90% do programa, será distribuído material de apoio para continuidade dos trabalhos em sua comunidade (CDs com músicas folclóricas, apostilas com letras, partituras das musicas, bibliografia de apoio e um DVD/Didático com 20 coreografias). Durante o curso serão repassadas danças folclóricas originárias das nove ilhas do arquipélago dos Açores.
O curso será ministrado pela coreógrafa e pesquisadora do folclore açoriano Vera Eli Pereira Pires e terá apoio do grupo de dança da Associação Folclórica Mixtura de Bombinhas. (anexo texto sobre o Grupo Mistura).
O Curso de Danças acontecerá no Instituto Federal de Santa Catarina – Campus São José.
O curso terá vagas limitadas e as inscrições serão oficializadas por ordem de chegada, pretendemos trabalhar número máximo de 24 pessoas para o bom andamento das aulas.Faça download da ficha de inscrição aqui (PDF).
SERVIÇOS:
DATA: 26/05 a 23//06 (aulas somente aos sábados)
HORÁRIO: 9 as 12 e das 13 às 18 horas – Carga horária: 40 Horas
LOCAL: Instituto Federal de Santa Catarina – Campus São José.
MINISTRANTE: Vera Eli Pires e Grupo Folclórico Mixtura
INFORMAÇÕES: (48) 37218605 ou www.nea.ufsc.br
INSCRIÇÕES: 07 de maio de 2012 – VAGAS LIMITADAS
FICHA DE INSCRIÇÃO: www.nea.ufsc.br ou pelo telefone 48 37218605
TAXA DE INSCRIÇÃO: R$ 100,00 (taxa única pelo curso- depósito na conta Corrente 42062-X – Agencia 3272-7 – Banco do Brasil, em nome de Vera Eli Pereira Pires)Fax para confirmação da Inscrição: 48 3721.8605 ou 3721.8304
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A poesia das janelas, de Florianópolis a Portugal
Exposição abre no dia 20 de abril, no Hall da Reitoria da UFSC, mostrando arquitetura e mistério das janelas
TEXTOS:Raquel WandelliO resto da cultura tradicional e do olhar doméstico que sobrevive à modernidade ainda se debruça sobre as janelas das metrópoles, foi o que ensinou o poeta e jornalista João do Rio. Durante mais de 10 anos, o fotógrafo Joi Cletison espiou pelas janelas da Ilha de Santa Catarina, do Arquipélago do Açores e de Portugal continental as semelhanças na arquitetura, na vida e nos costumes culturais das gentes. O resultado dessa espiação poética e antropológica será apresentado ao público na exposição fotográfica “Janelas”, que a Secretaria de Cultura e Arte da UFSC (SeCArte) abre no dia 20 de abril, no Espaço Cultural do Hall da Reitoria da UFSC.
Até o dia 10 de maio, essa “poesia das janelas” estará aberta à visitação de segunda a sexta feira, das 9 às 20 horas. Cada Imagem traz uma mensagem diferente: a leveza, a paixão, a imponência, a sobriedade, a ternura, a simplicidade, a angústia e muitos outros significados que o espectador poderá encontrar nas aberturas das Janelas. Diretor do Núcleo Açoriano/UFSC, Joi Cletison pretende oferecer, através das janelas, um paralelo arquitetônico e artístico entre esses povos de cultura açoriana.
As 20 fotografias no tamanho de 1,10m X 1,60m ampliadas em cores sob tecido, permitem que as imagens das janelas possam ser vistas do lado interno e externo, rococós, contornos, entalhes, grades, cortinas, sacadas e floreiras. Combinações de cores inusitadas, formatos característicos de diferentes épocas e de diferentes status sociais convidam ao devaneio e ao percurso histórico. “A visão dos dois ângulos dá a possibilidade de o espectador observar a janela e sentir-se dentro do espaço onde ela está inserida”, explica o fotógrafo e historiador.
SERVIÇO:
Exposição JANELAS
Fotógrafo: Joi Cletison
Período: 20 de abril a 10 de maio de 2012
Local: Espaço Cultural do Hall da Reitoria da UFSCPromoção:
Secarte/UFSC
Apoio Cultural
Agecom
Governo do EstadoInformações:
48 3721-8302/ joi@nea.ufsc.br
Fotos: http://ftp.identidade.ufsc.br/Expo_Janelas_JoiCletison_2012.zip -
Exposição ILHA TERCEIRA/ILHA DE SANTA CATARINA: Um paralelo iconográfico
Pesquisa e Curadoria: Paulo Ricardo Caminha
Exposição comemorativa ao aniversário de FlorianópolisA exposição traça um paralelo das ilhas (Terceira nos Açores/Portugal e a de Santa Catarina/Florianópolis) através de imagens do século passado, nos apresenta vários aspectos da cultura açoriana como: costumes, tradições, folclore, arquitetura, e no saber fazer, que evidenciam as semelhanças de cá com além mar.
Paulo Caminha, sempre ouviu histórias e estórias que seu avô contava, dos casos raros ocorridos na ilha de Santa Catarina. Influenciado por estas historias de Florianópolis em 1988 ele começa a recolha de documentos e imagens da antiga cidade, onde hoje possui um importante acervo iconográfico tanto da Ilha de Santa Catarina como Ilha Terceira – Açores, sendo um dos principais acervos fotográficos particulares nesta temática da cidade de Florianópolis e o maior acervo de imagens do século passado fora do arquipélago dos Açores.
O Espaço Cultural do Núcleo de Estudos Açorianos traz esta exposição no mês de março para comemorar o aniversário da cidade de Florianópolis, mostrando que mesmo depois de ter passado mais de 260 anos da chegada dos açorianos ainda mantemos uma herança cultural muito forte que nos liga diretamente ao Arquipélago dos Açores. Nesta exposição você poderá compara imagens da Ilha Terceira (Açores) com a Ilha de Santa Catarina (Florianópolis) como: festa do divino, arquitetura civil, rural ou militar, cais e portos, artesão, etc.
Abertura: 07 de março as 19:30 horas
Local: Espaço Cultural do NEA – UFSC
Período: 07de março a 27 de abril de 2012
Visitação: 2ª a 6ª Feira das 9 as 12 e das 14 as 17 horas
Promoção: Universidade Federal de santa Catarina
Secretaria de Cultura e arte
Realização: Núcleo de estudos Açorianos/UFSC
Apoio Cultural: Direcção Regional Comunidades/Presidência Governo Açores
Agecom-UFSC
Informações: Paulo Caminha (048)9919.3886
Joi (48)3721.8605 ou joi@nea.ufsc.br
FOTOGRAFIAS PARA DIVULGAÇÃO: http://ftp.identidade.ufsc.br/Exposicao_IlhaTerceira_IlhadeSC.zip
SINTESE DO CURRíCULO:
Paulo Ricardo Caminha nasceu no município de Florianópolis no dia 11 de maio de 1958. É formado em engenharia mecânica pela Universidade Federal de Santa Catarina e mestre em engenharia civil pela mesma universidade. Trabalha na área de saneamento há 26 anos.
Um grande interesse pela terra dos povoadores açorianos, direcionou para os seus estudos de um fenômeno chamado AÇORIANIDADE e em 2002 foi selecionado para o curso “Açores, em Busca das Raízes” oferecido pela DRC – Direcção Regional das Comunidades que aconteceu nas ilhas Terceira, Pico e Faial. No ano de 2003, na Presidência da CAISC – Casa dos Açores Ilha de Santa Catarina, participou deste mesmo curso ministrado no município de Florianópolis onde foi coordenador.
Após sua primeira viagem aos Açores em 2002, teve início a participação no programa radiofônico “Manhãs de Sábado” da Rádio e Televisão Portuguesa – RTP Antena 1 Açores, sob o comando do radialista Mário Jorge Pacheco. A participação de uma forma assídua aconteceu em 2007, onde até o término do programa em fevereiro de 2011, esteve presente em todas as edições do programa.Sempre com objetivo de chamar a atenção para a importância de nosso patrimônio histórico e para a preservação de nossa arquitetura e monumentos, promoveu inúmeras exposições fotográficas com o tema Florianópolis antigo. Uma das atuações principais foi no movimento que culminou com o tombamento da Ponte Hercílio Luz em nível municipal, estadual e federal, bem como o movimento em prol de sua restauração.
Participação em entidades culturais:
– Conselheiro do Núcleo de Estudos Açorianos da Universidade Federal de Santa Catarina,
– Presidente da Fundação Pró-Florianópolis, além de diversos outros cargos nesta mesma entidade,
– Casa dos Açores Ilha de Santa Catarina (Presidente, vice-presidente, diretor de relações internacionais),
– Atualmente é Vice-presidente do Conselho Municipal de Políticas Culturais de Florianópolis.Palestras e exposições proferidas no Brasil e exterior (Sempre abordando o tema herança cultural de base açoriana):
– Festa do Emigrante na Ilha das Flores, Açores – Portugal em 2003,
– Universidade de York em Toronto – Canadá em 2007,
– Universidade de Toronto – Canadá em 2007,
– Casa dos Açores do Ontário- Canadá em 2007,
– Associação Musical Portuguesa de Montreal – Canadá em 2007,
– Universidade dos Açores – Congresso A Voz dos Avós Açores – Portugal em 2008,– Congresso da Associação das Empresas de Saneamento Básico Estaduais, Florianópolis em 2009
– DarCena – Festival de Teatro da Ilha Terceira – Palestra intitulada A Invenção do Brasil – Contribuição Açoriana e Herança Cultural – Açores – Portugal – outubro de 2011.
– Exposição fotográfica Ilha Terceira/Ilha de Santa Catarina – Paralelo Iconográfico – Açores – Portugal em outubro de 2011.
Condecorações recebidas:
– Troféu Manezinho da Ilha em 1996
– Medalha do Mérito do Município de Florianópolis através da LEI Nº 8562/2011, de 15/03/2011– Voto de Saudação ao Programa de Rádio da Antena 1 Açores “Manhãs de Sábado” e seus colaboradores, aprovado por unanimidade pela Assembleia Legislativa Regional dos Açores (Processo 27.07/IX de14 de Abril de 2011)
– Troféu Açorianidade 2011, recebendo o Troféu Ilha de São Jorge que homenageia uma personalidade no estado de Santa Catarina cujo objetivo de reconhecer e valorizar o trabalho de Instituições, Pessoas e Empresas, com trabalhos em prol da Cultura de Base Açoriana do estado de Santa Catarina.
Participações em filmes na qualidade de pesquisador ou colaborador:
– Ponte Hercílio Luz Patrimônio da Humanidade de Zeca Pires
– Cruz e Sousa o Poeta do Desterro de Sílvio Back
– Capitão Imaginário de Chico Faganello
– A Antropóloga de Zeca Pires -
Exposição fotográfica mostra o Carnaval na Ilha Terceira
Parte de uma maratona fotográfica organizada pela Presidência do Governo Regional dos Açores, a mostra abre no dia 17 de fevereiro, na Fundação Municipal de Turismo de Porto Belo.
Como os descendentes dos açorianos brincam o Carnaval e como é um “bailinho” para os foliões da Ilha Terceira? São peculiaridades da folia no arquipélago dos colonizadores açorianos que só quem viu pode contar. É o que faz Joi Cletison Alves, diretor do Núcleo de Estudos Açorianos da Secretaria de Cultura e Arte da UFSC, autor da exposição de fotografias “Festival de Teatro Popular: o carnaval na Ilha Terceira – Açores”, que abre no dia 17 de fevereiro e permanece até 16 de março na Fundação Municipal de Turismo de Porto Belo. O fotógrafo e historiador viveu intensamente essa experiência nos quatro dias de carnaval de 2006, fotografando as tardes, noites e madrugadas de folia em Angra do Heroísmo e Praia da Victoria, na Ilha Terceira.
Na mostra, Joi Cletison traz o resultado de uma maratona fotográfica chamada “Gestos e Gente no Carnaval Terceirense”, organizada pela Presidência do Governo Regional dos Açores, da qual participou. A proposta da maratona foi fotografar o carnaval da Ilha Terceira nos Açores, que é um evento popular atípico em relação às manifestações populares no resto do arquipélago e em Portugal. Foram convidados para participar do projeto fotógrafos do Brasil, Canadá e EUA, todos tendo em comum a forte emigração açoriana. Do Brasil, participaram profissionais do Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Santa Catarina, da qual Cletison foi o representante.
Durante os quatro dias de carnaval, os selecionados fotografaram os “bailinhos”, que ocorrem somente na Ilha Terceira. Os bailinhos são uma espécie de bloco de carnaval. Cada freguesia (bairro) organiza o seu próprio grupo que compõe uma música (letra e arranjos), monta uma coreografia, cria um figurino próprio e depois ensaia a apresentação do todo. Nas noites de folia, os grupos se apresentam em sua localidade e depois percorrem as diversas comunidades da Ilha.
Um acervo de mais de 900 imagens documenta essa vivência na mostra promovida pela Fundação Municipal de Turismo de Porto Belo em parceria com a Secretaria de Cultura e Arte da UFSC e Governo Regional dos Açores e realização do Núcleo de Estudos Açorianos da UFSC. Joi impressionou-se com a autonomia dos foliões na organização. “Sai um Grupo e entra outro e o público permanece fiel, mantendo os teatros lotados”. Além da criação artística, os grupos cuidam do transporte e recursos financeiros para a montagem. A comunidade oferece apenas o espaço e um lanche depois da apresentação. Cada grupo chega a fazer oito apresentações durante a noite em locais diferentes. “Acontecimentos do dia a dia na área da política, economia ou sociedade servem como tema”, explica o fotógrafo.
SERVIÇO
“Festival de Teatro Popular : O carnaval na Ilha Terceira – Açores”
Local: Fundação Municipal de Turismo de Porto Belo (FUMTUR)
Período: 17/02 a 16/03/2012
Horário de visitação: 8 às 20 horas de segunda feira a sábado
MAIS INFORMAÇÕES: (48)3731-8605, (48)9982-8938 ou via e-mail <a href="mailto:
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ou Fundação de Turismo Porto Belo (47) 3369.5638 com Alexandre ou <a href="mailto:
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Fotografias: http://ftp.identidade.ufsc.br/CarnavalAcores_JoiCletison.zip
Promoção da exposição:
Fundação de Turismo de Porto Belo
Prefeitura de Porto Belo
Universidade Federal de Santa Catarina – SECARTE
Governo Regional dos Açores – DRC
Realização: Núcleo de Estudos Açorianos da UFSC
Fotografias: http://ftp.identidade.ufsc.br/CarnavalAcores_JoiCletison.zip
Divulgação: Raquel Wandelli
<a href="mailto:
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Jornalista – SeCArte – UFSC
Fones: 37218729, 37218910 e 99110524
Apresentação:
A apresentação da exposição é do escritor Álamo de Oliveira, que já compôs diversas marchas para o carnaval terceirense. O escritor também foi responsável por várias montagens teatrais e diversos bailinhos de carnaval. Abaixo o texto de apresentação da exposição.
“Uma das celebrações festivas do Carnaval mais originais ocorre, com certeza, na ilha Terceira dos Açores. Durante dois ou três meses, alguns milhares de pessoas (atores, poetas populares, autores, compositores e músicos, vocalistas, ensaiadores, figurinistas, costureiras) preparam, com talento e afeto, aquele que é o maior Festival de Teatro Popular, se não do mundo, pelo menos da Europa.
Durante os dias de carnaval, meias centenas de grupos percorrem as oito dezenas de palcos que envolvem a ilha, representando estórias que tocam o imaginário histórico e social ilhéu, nas mais diversas variantes temáticas, tratando-as, literária e teatralmente, de acordo com a sensibilidade de cada tema. Assim, a hagiografia, os feitos históricos e os dramas passionais entram na categoria das «danças» de dia, da noite e de espada, enquanto que os casos que se expõem ao ridículo público são satirizados através do uso de linguagem cômica e bem humorada, a que dão o nome de «bailinhos». «Danças» e «Bailinhos» utilizam o mesmo figurino estrutural (marcha, saudação, apresentação em quadros e desenvolvimento do enredo, despedida e repetição da marcha) e são escritas em poesia rimada bem à maneira do teatro vicentino.
A presente exposição dirá muito da vivência do artista da imagem, que é Joi Cletison, no Carnaval da Terceira, em 2006. Ele testemunha todo o talento, criatividade e – por que não? – a genialidade de milhares de artistas, anônimos no dia-a-dia, mas admiráveis nos quatro dias em que desenvolvem este Festival, que é realizado numa ilha com 55 mil habitantes e visto por mais de 40 mil espectadores”.
Álamo Oliveira – Escritor
Raminho – Açores, 5 de Janeiro de 2007
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Exposição: A Farra – Desenhos Lilian Martins
A Farra do Boi é o tema da exposição de desenhos Lilian Martins que abre no dia 21 de novembro, dentro da programação da 4ª Semana Ousada de Artes UFSC/UDESC. Imagens, signos, dizeres relacionados à brincadeira folclórica poderão ser vistos no Espaço Cultural do Núcleo de Estudos Açorianos da Universidade Federal de Santa Catarina até o dia 16 de dezembro de 2011, de segunda a sexta feira, das 9 às 12 horas e das 14 às 17 horas.Resultado da pesquisa visual e da coleta de histórias nas comunidades litorâneas tradicionais de Santa Catarina, a exposição traz uma visão antropológica e lúdica da “Farra do Boi”, denominação criada pela imprensa carioca e paulista nos anos noventa.
O objetivo da exposição “A Farra” é fazer o registro das imagens, práticas, gestos e dizeres, signos das comunidades de base cultural açoriana, reunidas na brincadeira do boi, sem defender ou acusar. “Por meio do desenho faz um registro de uma manifestação popular que vem sendo modificada e caminha para o desaparecimento”, diz Joi Clétison, coordenador do Núcleo de Estudos Açorianos da UFSC, que promove o evento.
Natural de Itajaí e residente em Balneário Camboriú, pós-graduada em Criação e Gestão em Moda Lilian Martins registrou em desenhos a dificuldade de realizar a brincadeira nos dias de hoje. Ex-diretora de Arte da Fundação Cultural de Balneário Camboriú e ex-coordenadora do Curso de Licenciatura em Artes Visuais da Faculdade Avantis – Balneário Camboriú, Lilian observou as pessoas à espera do boi, no corre-corre, nos planos de fuga, no drible seguro, nos esforços financeiros pra promover as festas na comunidade, e recriou o que viu em doze desenhos a nanquim.
Com participação em dezenas de exposições individuais e coletivas, Lilian deixou o seguinte depoimento sobre a cultura do boi que vivenciou durante a infância e adolescência:
– Como surgiu a Farra? Meu pai, da família dos Souza e Martins, natural da cidade de Tijucas, sempre contava os casos da sua juventude, das pescas, dos hábitos e costumes, e da farra do boi. Muitas histórias, hilárias eram contadas e recontadas, meio exageradas, muitas das quais misturam realidade e ficção, de um tempo em que todo mundo apreciava de perto a farra, inclusive as mulheres com as crianças no colo. Quando adolescente vivenciei isso tudo.
Muitas dessas histórias já ouvi centenas de vezes, e sempre me pego rindo, não somente pela narrativa em si, mas pelas encenações, mímicas, gestos, e no modo de falar rápido, com repetições para dar ênfase ao causo. Então, separei um caderno para registrar e ilustrar, a bico de pena, as memórias do pai. Os desenhos foram feitos em traços rápidos, procurando acompanhar a fala apressada do seu Zeca. Despretensiosamente, comecei a registrar, para coletar possibilidades visuais. Depois, vi que o conjunto era bem interessante. Do conjunto de imagens, selecionei algumas para ampliar e imprimir, para expor como se fossem páginas soltas de um caderno.
Promoção: Universidade Federal de Santa Catarina/Secretaria de Cultura e Arte e DRC – Governo dos Açores
Realização: Núcleo de Estudos Açorianos
Apoio Cultural: Agência de Comunicação da UFSCInformações: lilianfmartins@hotmail.com (47) 9193.4030 ou (48)37218605
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NEA/UFSC entrega TROFÉU AÇORIANIDADE a 12 personalidades e instituições LANCAMENTO DO 18ºAÇOR
Cerimônia no dia 9 de setembro, em Sombrio, culminará com o lançamento da 18ª Festa da Cultura Açoriana em Santa Catarina, a maior do gênero no País.Doze personalidades e instituições catarinenses receberão este ano o Troféu Açorianidade 2011 da Universidade Federal de Santa Catarina. A cerimônia ocorrerá no dia 9 de setembro, às 19h30min, no Sombrio Tênis Clube, na cidade de Sombrio, quando serão conhecidos os nomes das pessoas, instituições e empresas homenageadas por seu esforço e atuação em prol do desenvolvimento da pesquisa, preservação e divulgação da cultura açoriana em Santa Catarina. Além da entrega do troféu, o Núcleo de Estudos Açorianos da Secretaria de Cultura e Arte da UFSC promove neste dia o lançamento da 18ª AÇOR, maior Festa da Cultura Açoriana no Brasil, que se realiza a cada ano em um município diferente do Estado.
Criada em 1996 pelo Núcleo de Estudos Açorianos, a distinção reverencia todos os anos 10 personalidades, cada uma com um troféu alusivo ao nome de uma Ilha do Arquipélago Açoriano: São Miguel, Pico, Terceira, São Jorge, Graciosa, Santa Maria, Faial, Corvo, Flores. O último troféu leva o nome da Ilha de Santa Catarina, chamada carinhosamente de 10ª Ilha Açoriana. Neste ano, uma 11ª condecoração será conferida, o “Troféu Açorianidade Especial”, proposto e aprovado pelo Conselho Deliberativo do NEA, que indica e escolhe por votação os ganhadores do Troféu, segundo o coordenador do Núcleo, Joi Cletison. OEleito por concurso público, o design da estátua é de criação do artista plástico João Aurino Dias (Dão). O 12º troféu será dado, como de costume, ao município sede da Festa Açoriana, no caso, Sombrio.
Integrado por 58 instituições (prefeituras, universidades e fundações culturais) com sede no litoral de Santa Catarina que têm a preocupação de preservar os traços da cultura açoriana, o Conselho do NEA aprovou as seguintes condecorações: como grupo folclórico, o Boi de Mamão de São Paulinho, do município de Itapema; como artista plástico, Plínio Verani, de São José; como Instituição de Ensino Superior ou cultural, a UFSC – 50 Anos; como veículo de comuni ca ção a RIC Record – Jornal Noticias do Dia; como administração municipal, a Prefeitura Municipal de Barra Velha; como personalidade, Paulo Ri ca rdo Caminha; como pesquisador, Rosane Luchtemberg, de Bombinhas; como Empresa de Patrocínio, a Santa Catarina Turismo (Santur); como artesão, Vilson de Oliveira, de Gravatal; como Escola de Ensino Fundamental ou Médio a Escola Modelo, de Palhoça e como Troféu Especial, a festa a Marejada – 25 Anos.
A cerimônia culmina com o lançamento oficial do 18ª AÇOR – Festa da Cultura Açoriana do Estado de Santa Catarina, que este ano ocorrerá no município de Sombrio, de 23 a 25 de setembro. O objetivo do evento é mostrar o que há de mais autêntico e original de cultura açoriana no folclore, artesanato, danças, gastronomia e religiosidade, explica Cletison. Já foram sede do Açor os municípios de Itajaí, Imaruí, Imbituba, Penha, Içara, Porto Belo, Garopaba, São José, Araquari, Tijucas, São Francisco do Sul, Barra Velha, Laguna, Palhoça e Governador Celso Ramos.
Sob um grande pavilhão, 34 municípios e Instituições do litoral de Santa Catarina vão apresentar e comercializar em estandes culturais o seu artesanato de referência regional açoriana. Estandes, gastronomia, exposições fotográficas, mostra de vídeos, apresentações culturais, palestras e lançamentos de livros fazem do Açor a maior e mais diversificada festa da cultura açoriana no País. Nos três dias de festa serão mais de 50 apresentações folclóri ca s e três shows musi ca is no encerramento das noites.
A festa abre na sexta-feira, dia 23, às 19 horas, e no sábado, às 10 horas, na avenida Central da cidade de Sombrio, ocorrerá o esperado Desfile Folclórico dos Grupos participantes da festa. No domingo dia 26, às 9h30min, na Igreja Santo Antonio, será realizada a Missa do Encontro das Bandeiras do Divino Espírito Santo, com a participação de seis ca ntorias e 15 bandeiras do Divino Espírito Santo de vários municípios. Nos três dias uma praça de alimentação oferecerá ao público a oportunidade de saborear os quitutes e pratos típicos da culinária do litoral catarinense enquanto assiste às apresentações folclóricas e aos shows das bandas.
Realizada pelo NEA em conjunto com a Casa da Cultura de Sombrio, a Festa da Cultura Açoriana de Santa Catarina é promovida pela Universidade Federal de Santa Catarina e Prefeitura Municipal de Sombrio, com apoio cultural do Governo do Açores, Funcultural e Governo do Estado de Santa Catarina.
Mais informações: 48 3721-8605 ou 48 35331958 ou www.nea.ufsc.br
Divulgação: Raquel Wandelli
raquelwandelli@yahoo.com.br 99110524 www.secarte.ufsc.brRELAÇÃO DOS AGRACIADOS COM O TROFÉU AÇORIANIDADE 2011
Troféu Açorianidade 2011 – Ilha Terceira
Grupo Folclórico
Boi de Mamão de São Paulinho – ItapemaTroféu Açorianidade 2011 – Ilha das Flores
Artista Plástico
Plínio Verani – São JoséTroféu Açorianidade 2011 – Ilha São Miguel
Instituição de Ensino Superior ou Cultural
UFSC – 50 AnosTroféu Açorianidade 2011 – Ilha do Pico
Veículo de Comuni ca ção
RIC Record – Jornal Noticias do DiaTroféu Açorianidade 2011 – Ilha do Faial
Administração Municipal
Prefeitura Municipal de Barra VelhaTroféu Açorianidade 2011 – Ilha São Jorge
Personalidade
Paulo Ri ca rdo CaminhaTroféu Açorianidade 2011 – Ilha Graciosa
Pesquisador
Rosane Luchtemberg – BombinhasTroféu Açorianidade 2011 – Ilha Santa Maria
Empresa Patrocínio
Santa Catarina Turismo – SANTURTroféu Açorianidade 2011 – Ilha do Corvo
Artesão
Vilson de Oliveira – GravatalTroféu Açorianidade 2011 – Ilha Santa Catarina
Escola de Ensino Fundamental ou Médio
Escola Modelo – PalhoçaTroféu Açorianidade 2011 – Especial
Marejada – 25 AnosTroféu Açorianidade 2011 – 18º AÇOR
18 ª Festa da Cultura Açoriana de Santa Catarina
Prefeitura Municipal de Sombrio -
Tuna da Faculdade de Medicina do Porto. Apresentações em Florianópolis
Florianópolis estará recebendo na próxima semana a Tuna Acadêmica da Faculdade de Medicina da Universidade dom Porto/ Portugal.De acordo com o dicionário português online Priberam, tuna é o grupo de rapazes que organiza concertos musicais. Diretamente de Portugal, a Tuna Academica da Faculdade de Medicina do Porto se apresenta em Florianópolis entre os dias 24 e 26 de agosto. Na UFSC, o grupo estará na escadaria do Departamento de Cultura e Eventos no dia 25, às 12h30min.
Vestidos de preto, os tunos, como eles mesmos se denominam, têm repertório “inspirado nos vibrantes e saudosos anos trinta, quarenta e cinqüenta”, que “traduz a consciência musical coletiva de um grupo tão heterogéneo e multicultural de jovens estudantes de Medicina como o que constitui a nossa tuna”.Fundado em 1991, o grupo já lançou três CDs e se apresentou em mais de 30 países (incluindo o Brasil, em 1999 e 2005), pois entendem que “as fronteiras da nossa querida cidade e do nosso amado país se tornam demasiado claustrofóbicas e castradoras, levando-nos a percorrer, frenética e constantemente, fronteira após fronteira. Ao sabor do vento, levados pela maré, escondidos pelo luar, espalhando a nossa música”.
A sua esta em Santa Catarina esta sendo organizado pelo Núcleo de Estudos Açorianos da UFSC, Consulado de Portugal, Associação Lusa Brasileira e Casa dos Açores.
Programação:
24/08 Largo da Alfândega, 18h00
25/08 Escadaria do Centro de Eventos da UFSC – 12h30;
Santo Antônio de Lisboa, Cantina – Sangiovese – 19h30
26/08 Restaurante Sobrália, Trindade – 12h;
Ingleses, Papapizza Net – 20h
27/08 ItajaíInformações:
99033807 (Prof. Lupi/Consun de Portugal)
37218605 ( Joi/Núcleo de Estudos Açorianos0)
9997.8290 (Sergio/Associação Luso Brasileira)
47 9103 7359 (Célia/ Apresentação em Itajaí)Mais informações:
http://www.youtube.com/results?search_query=tuna+medicina+porto&aq=f
http://www.facebook.com/TunaMedicinaPorto ou http://tuna.med.up.pt/






